10 de Outubro • Dia Mundial da Saúde Mental

O Dia Mundial da Saúde Mental foi estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) com o propósito de aletar sobre a importância deste tema. Estima-se que, um bilhão de pessoas sofram de doenças mentais e transtornos neurológicos no mundo todo.

Saúde mental é um estado de bem-estar no qual o indivíduo é capaz de usar suas próprias habilidades e recuperar-se do estresse rotineiro. É sentirmo-nos bem e na relação com os outros. É sermos capazes de lidar de forma positiva com as adversidades.

PROBLEMAS DE SAÚDE MENTAL MAIS FREQUENTE:
• Ansiedade
• Mal-estar psicológico ou stress continuado
• Depressão
• Dependência de álcool e outras drogas
• Perturbações psicóticas, como a esquizofrenia.
• Atraso mental
• Demências

Ao longo da vida, todos nós podemos ser afetados por problemas de saúde mental, de maior ou menor gravidade. Algumas fases como a entrada na escola, adolescência, menopausa, envelhecimento ou acontecimentos e dificuldades tais como, a perda de familiar próximo, divórcio, desemprego entre outros fatores externos. A depressão é a doença mental mais frequente, sendo uma causa importante de incapacidade.

TODOS NÓS PODEMOS AJUDAR
• Não estigmatizando;
• Apoiando;
• Reabilitando;
• Integrando

PARA MANTER UMA BOA SAÚDE MENTAL
• Não se isole
• Reforce os laços familiares e de amizade
• Diversifique os seus interesses
• Mantenha-se intelectual e fisicamente ativo

Não seja espectador passivo da vida!

 

Fraudes e desperdício consomem quase R$ 22,5 bilhões das despesas da saúde suplementar do Brasil, aponta IESS.

Trabalho inédito produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) estima que cerca de R$ 22,5 bilhões dos gastos das operadoras de planos de saúde do País com contas hospitalares e exames, em 2015, foram gerados indevidamente, decorrendo de fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários. Isso representa 19% do total das despesas assistenciais realizadas pelas operadoras de planos de saúde. A projeção é baseada em estudos técnicos a partir da revisão bibliográfica de trabalhos internacionais e brasileiros sobre o tema, em um esforço do IESS para dimensionar o impacto das fraudes no sistema de saúde suplementar do Brasil e apontar experiências bem-sucedidas no combate às práticas inadequadas nesse setor. A íntegra do estudo está disponível em https://pt.scribd.com/document/341069405/php3BB7-tmp#fullscreen&from_embed “As despesas assistenciais das operadoras médico-hospitalares somaram R$ 117,24 bilhões, em 2015. Portanto, os gastos de R$ 22,5 bilhões com fraudes e desperdícios significam quase 19% desses gastos e foram consumidos por fraudes e desperdícios, algo que compromete fortemente as finanças das operadoras e onera quem contrata um plano de saúde”, analisa Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS. No estudo o IESS identificou que de 12% a 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e de 25% a 40% dos exames laboratoriais não são necessários. Observa, ainda, com base em relatório da Controladoria Geral da União (CGU), que o problema também é de grandes proporções no sistema público de saúde: entre 2002 e 2015, foram detectadas irregularidades de desvio de dinheiro em aproximadamente R$ 5,04 bilhões, o que equivaleu a 27,3% do total de irregularidades em todas as áreas do governo. Embora ressalve que a corrupção e a fraude são difíceis de serem detectadas na área da saúde – uma vez que a cadeia produtiva desse setor contempla diversos segmentos e particularidades em cada um deles, inclusive com distinção entre os sistemas públicos e privados –, o estudo aponta que, na saúde privada, as principais formas de abuso se concentram em tratamentos excessivos e desnecessários ou baixa qualidade no atendimento; comercialização inadequada de medicamentos e de dispositivos médicos e sonegação de tributos. No Brasil, falta transparência nos sistemas de precificação de insumos e serviços de saúde e também no modelo de pagamento por serviços prestados na saúde, o que inviabiliza a comparação e o controle de custos nas distintas etapas que envolvem o atendimento ao paciente e abrem espaço para práticas inadequadas, como atos de corrupção. Isso acontece principalmente por causa do modelo recorrentemente usado para pagamentos de serviços de saúde, a chamada “conta aberta” (ou fee-for-service). Nesse caso, a conta de serviços absorve todos custos, insumos, procedimentos e usos dos equipamentos, mesmo quando há falhas e desperdícios e, até mesmo, corrupção. Um dos requisitos para combater tais práticas nocivas ao setor seria modernizar os sistemas de pagamento, por meio da premiação à eficiência e o melhor desfecho clínico ao paciente, e punindo o desperdício e a contratação de exames desnecessários, assim como reinternações ou agravamento dos quadros clínicos causados por falhas assistenciais. “O modelo brasileiro de remuneração de serviços de saúde está mais de 30 anos atrasado em relação aos outros países. É fundamental que avancemos em um padrão de transparência de informações, permitindo comparações baseadas em indicadores de qualidade e segurança assistencial dos pacientes, e também sobre as relações entre os envolvidos no setor, identificando os conflitos de interesse e práticas abusivas. Só assim será possível ter um sistema mais eficiente e que onere menos as operadoras e quem contrata um plano de saúde”, avalia Luiz Augusto Carneiro.  
 

Itaú vende operações de vida em grupo para Prudential

O Itaú Unibanco informou nesta segunda-feira, 19, que fechou acordo de venda das operações da certeira de seguros de vida em grupo para a Prudential do Brasil.  O comunicado oficial do banco justificou a venda afirmando que ela não tinha valores significativos para o resultado de 2016. O Itaú Unibanco deverá focar em seguros massificados.Em 2015, a operação teve prêmios líquidos de R$ 465 milhões e contava com 1,9 milhão de vidas seguradas.A venda já está oficializada e a transferência efetiva das ações deverá ocorrer assim que todas as condições previstas em contrato forem cumpridas, incluindo a obtenção das autorizações necessárias junto ao órgão regulador.Fonte: Valor Economico
 

Protetor Solar

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica, o corretor é aplicar o protetor 30 minutos antes de se expor ao sol. Confira algumas dicas para aproveitar o sol sem preocupações nesse carnaval:Aplique generosamente o filtro solar, 20 a 30 minutos antes de sair ao sol. Lembre-se de reaplicar o filtro a cada 2 horas ou após mergulhar.Use filtro solar com FPS 30 ou maior. Pessoas de pele muito escura podem usar filtros solares com fator de proteção 15.Peles claras e pessoas ruivas exigem maiores cuidados, pois são mais propensas ao câncer da pele. Mormaço também queima. Não se engane. Mesmo nos dias nublados, use filtros solares.A proteção solar das crianças é responsabilidade dos pais! Proteja as crianças.Use bonés, viseiras ou chapéus. Cerca de 70% dos cânceres da pele ocorrem na face, proteja-a sempre. Quem se ama, protege a pele. Previna-se!