18 de maio - COMBATE AO ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL

Você sabe a diferença entre abuso sexual e exploração sexual ?

Abuso sexual

Pode ser dentro ou fora da família. Acontece quando o corpo de uma criança ou adolescente é usado para a satisfação sexual de um adulto, com ou sem o uso da violência física. Desnudar, tocar, acariciar as partes íntimas, levar a criança à assistir ou participar de práticas sexuais de qualquer natureza também constituem características desse tipo de crime.

Exploração sexual 

É o uso de crianças e adolescentes em atividades sexuais remuneradas. Alguns exemplos são a exploração no comércio do sexo, a pornografia infantil e a exibição em espetáculos sexuais públicos ou privados. Nesse tipo de violação aos direitos infanto-juvenis, a criança explorada passa a ser tratada como um objeto sexual ou mercadoria.

DISQUE DENÚNCIA

Os casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes podem ser denunciados por telefone. Basta discar o número 100. O “Disque 100” também recebe denúncias pelo e-mail disquedenuncia@sedh.gov.br

 

Ataques terroristas são cobertos pelo seguro viagem?

No último sábado, 3, a cidade de Londres passou por dois ataques terroristas seguidos. Primeiro, um homem atropelou pedestres na Ponte de Londres, um dos locais mais famosos da cidade; o outro atentado ocorreu Borough Market, mercado próximo da ponte, onde pessoas foram esfaqueadas. Ao todo, oito pessoas morreram e pelo menos 48 foram levadas ao hospital. O país já havia sofrido outro ataque recentemente. Em 22 de maio, terroristas soltaram bombas no show da cantora Ariana Grande, em Manchester, deixando 22 pessoas mortas e 64 feridas. Em um mundo no qual ataques terroristas têm sido recorrentes, os viajantes estão se tornando mais atentos sobre as coberturas que contratam. Nem todos eles consideram o destino escolhido como um alvo para terroristas, mas o aumento de investidas contra os chamados “soft targets“ – que iriam além dos principais países ameaçados – fazem essa cobertura ainda mais necessária. O que considerar quando procurar por coberturas contra terrorismo?   Coberturas para terrorismo não são criadas da mesma maneira em todos os planos. Infelizmente, não há um padrão quando se fala de coberturas de viagem e isso inclui as cláusulas de terrorismo. A principal diferença entre coberturas será o tempo entre o ataque e a data de partida. Isso definirá, inclusive, se será permitido cancelar a viagem e ter o reembolso. Cada apólice especificará quantos dias antes de sua chegada ao destino a ameaça ainda interfere. Alguns planos, por exemplo podem ser dentro de 30 dias.   Nem todos os destinos terão a cobertura. Todas as apólices tem suas próprias exclusões dentro de cada tipo de benefícios. Quando se olha para os detalhes de uma cobertura contra terrorismo, ela pode incluir o destino de viagem. Outros podem incluir – ou excluir- uma cidade em um país de destino, ou o plano pode estender – ou limitar – coberturas fora das maiores cidades.   Tempo importa. O tempo é importante se há algum incidente terrorista como notado abaixo, e também numa relação com quando você comprou o plano. Se você comprou o seu seguro viagem após um ataque e houver outro incidente alguns dias depois ele pode não estar coberto se os dois acontecimentos estiverem ligados de alguma maneira. O mais importante é comprar o seguro viagem assim que separar o orçamento; isso abrirá uma possibilidade maior de coberturas possíveis.   Desistência Você não pode cancelar sua viagem e pedir reembolso por medo. A menos que você tenha contratado a cobertura de cancelamento por qualquer razão. A cobertura para que seja possível cancelar a viagem e pedir reembolso por qualquer motivo deve ser contratada a parte. Para poder fazer isso, é preciso uma análise do caso pela companhia – para ver se o tipo de viajante compensa o risco – e um pagamento extra pela cobertura. Além disso, a viagem também só pode ser cancelada de 72 horas a 48 horas antes da partida.   Fonte: Revista Apólice
 

Seguro pode proteger a renda de profissionais liberais

No dia a dia, muitos imprevistos podem acontecer, e para minimizar as consequências de tais fatores de risco, a contratação de um seguro de vida é fundamental. O objetivo desse tipo de seguro é auxiliar com recursos financeiros, caso o provedor venha a faltar. A Porto Seguro, por exemplo, oferece o Seguro de Vida Individual em que o segurado pode contar com coberturas como a Diária por Incapacidade Temporária (DIT), por exemplo, que é ideal para profissionais liberais, que têm como uma das principais preocupações a impossibilidade de trabalhar por razões de doença e/ou acidente. Com ela, é possível proteger seus rendimentos em casos que os impossibilitem de trabalhar. A cobertura DIT é uma cláusula que pode ser contratada adicionalmente ao Seguro de Vida Individual da Porto Seguro e um dos diferenciais é a possibilidade do pagamento de até 365 diárias compatíveis com a renda. As diárias são pagas de acordo com o valor contratado, podendo chegar a R$ 1.000 por dia. Doença, a partir do 11º dia de afastamento das atividades profissionais, e acidente, a partir de sete dias. A DIT possui cobertura, também, para Lesão por Esforço Repetitivo (LER), Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (DORT) e Lesão por Trauma Cumulativo (LTC). Para se ter uma ideia, até que o profissional seja amparado pelo auxílio-doença do INSS, que leva em média 45 dias e possui valor limite de R$ 5.189,82 por mês, seus rendimentos poderão cair significativamente. O trabalhador deve considerar que o valor concedido pelo INSS é calculado por uma média das contribuições realizadas e o contribuinte tem como garantia, em média, apenas 70% de sua renda, o que ocasiona uma redução considerável do salário quando estiver recebendo o auxílio. Com isso, a cobertura DIT é uma boa alternativa para quem quer complementar a renda. Para Jaime Prazeres, gerente comercial do Seguro Vida da Porto Seguro, a contratação da DIT é indispensável para que o profissional mantenha a qualidade de vida. “Alguns profissionais dependem da capacidade física para exercer sua atividade e um braço quebrado, por exemplo, pode impossibilitá-lo de realizar seu trabalho e, consequentemente, reduzir a receita mensal, causando grandes transtornos. A cobertura DIT oferece ao profissional uma segurança financeira e garante que a renda mensal não seja prejudicada em caso que o impeça de trabalhar”.   Fonte: Revista Apólice
 

10 coisas que você precisa saber sobre diabetes

O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina. O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias. Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens. Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes: 1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL emjejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL,hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção. 2. Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente). A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio. 3. A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física. 4. A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos. Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista. 5. As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose. 6. Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros. Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal. 7. A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento. 8. Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física. 9. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco frequente. 10. Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.