Cachorros e Gatos precisam contar com o Seguro Pet

O seguro para animais de estimação ainda é um privilégio desfrutado por apenas uma fração dos donos de animais. Mesmo nos EUA, onde o produto já está mais avançado ele ainda tem baixa penetração.

De cerca de 174 milhões de cachorros e gatos nos EUA até o final de 2014, somente 1.4 milhões estão cobertos por uma apólice de seguros, de acordo com uma seguradora que disponibiliza o produto. Mesmo assim, isso mostra um crescimento da modalidade desde 2008, quando apenas 680 mil bichinhos estavam protegidos.

Aproximadamente, 81% dos segurados Pet são cachorros. A maioria do restante é formada por gatos, mas há também um pequeno grupo de pessoas que procuram seguro para outros tipos de animais.

O seguro saúde para Pet funciona de maneira similar ao seguro para humanos. As apólices são precificadas com base em um número de fatores de riscos, incluindo idade e raça. Produtos para raças puras, sem cruzamento com outras, geralmente são mais caros porque, ironicamente, costumam ter mais problemas de saúde.

Um relatório sobre seguro para pet do ano passado atribui o crescimento de demanda ao aumento de preço cobrado pelos veterinários, bem como o aumento da população de animais.

O seguro pode parece ser um produto comercializado exclusivamente para os ricos, mas, de fato, ele está mais direcionado às pessoas de classe média que não podem suportar a ideia de precisar sacrificar seu animal caso se deparem com uma conta veterinária com a qual não podem arcar.

Fonte
Revista Apólice


 

Seguro prestamista: dívida quitada a baixo custo. Faça o seu seguro com a APR!

Em tempos de dinheiro curto e risco de desemprego pairando sobre a maioria dos brasileiros, o seguro prestamista começa a ser visto como a salvação para muitos consumidores. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), nos primeiros seis meses deste ano, houve um aumento de 23% no número de sinistros, totalizando mais de 663 mil pessoas que precisaram acionar o serviço. O seguro prestamista garante a quitação de uma dívida em casos de morte, invalidez ou desemprego involuntário. É bom para ambos os lados, uma vez que o consumidor salda seus débitos e as instituições de crédito transferem o risco de suas atividades para uma seguradora. Neste caso, o primeiro beneficiário do seguro prestamista, até o limite da dívida, será sempre a empresa credora. “Para o cidadão, fica a tranquilidade de ter seus débitos quitados, caso aconteça algum imprevisto. Estamos falando de uma ferramenta importante contra a inadimplência e uma injeção de capital na contabilidade das empresas, que não sofrem tanto em tempos de crise”, comenta Armando Vergilio, presidente da Federação nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). Segundo o executivo, para quem não tem patrimônio, esse seguro é comparado a uma proteção social, pois o seu objetivo é evitar a perda de um bem adquirido. São áreas de cobertura do seguro prestamista os empréstimos junto a financeiras e bancos; dividas de cheque especial de bancos; cartão de crédito (para cobrir o saldo do cartão); consórcios; financiamentos de bens (imóveis, veículos, eletrodomésticos, etc.); e até mesmo empréstimos com pagamento consignado em folha. “Quando a pessoa perde o emprego, fica doente ou em caso de morte, esta proteção se estende a ele ou às suas famílias. E é barato, sendo mais um motivo de adesão do consumidor de baixo poder aquisitivo”, analisa ele. O prêmio pago pelo contratante varia de acordo com o valor do bem, o prazo do financiamento e a proteção pretendida. Há diferenças entre os seguros para uma televisão e para uma moto, por exemplo. O prazo de pagamento da dívida também conta, assim como a idade do segurado. Mas como é um seguro de vida em grupo, ou seja, contratado para vários clientes, é possível ter um custo bastante reduzido por cliente. Segundo o Portal Tudo sobre Seguros, da Escola Nacional de Seguros, um bom exemplo deste tipo de apólice seria um empréstimo de R$ 5 mil, para o qual foi contratado um seguro prestamista. Caso se concretize um dos riscos previstos na apólice, a dívida será quitada. Em outras palavras, não haverá indenização para outro beneficiário, porque o primeiro beneficiário será sempre a instituição financeira ou a empresa que concedeu o crédito ou empréstimo. Em outro caso, com proteção ampliada seria um empréstimo de R$ 5 mil com um seguro prestamista de cobertura para um capital de R$ 15 mil. Em caso de sinistro previsto na apólice, a dívida será quitada com o credor e o saldo da indenização (R$ 10 mil) será pago ao beneficiário indicado na apólice. Opção para pessoas jurídicas A adesão ao seguro prestamista também vem crescendo entre as micro e pequenas empresas. Isso porque este tipo de empreendimento tem, em sua maioria, até dois sócios e, em caso de morte de algum deles, é um fator de enorme impacto negativo. Em caso de seguro, quando há dívidas contraídas, a indenização garante a continuidade do negócio, evitando pedidos de falência. Fonte: Revista Apólice
 

Dicas de Saúde

MUDE HÁBITOS INVISTA EM SAÚDEDURMA BEM: Uma boa noite de sono é o primeiro passo para um dia mais produtivo. Preconiza-se 8 horas de sono. FAÇA EXERCÍCIOS FÍSICOS:30 minutos diários de atividade física de forma contínua. COMA BEM:A alimentação também in?uência na nossa qualidade de vida, façarefeições saúdaveis.Tenha encontros com você mesmo; tenha tempo PARA VOCÊ;Dê bastante risada: dar boas gargalhadas tem um efeito muito bené?co sobre a nossa saúde mental.Aprenda a dizer “não”: dizer “não” para situações e pessoas que não nos agradam é muito valioso.Esteja aberto a novas experiências: a resistência a mudanças leva à estagnação, que é negativa do ponto de vista pessoal e pro?ssional. VISITE SEU MÉDICO E DENTISTA REGULARMENTE: UMA VEZ POR ANO. Preste atenção aos sinais do corpo: • Diga não á obesidade;• Evite o fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;• Não discuide do lazer;• Controle a pressão arterial;• Controle o colesterol.Alongue suas ideias; seja flexível;otimista; tolerante; faça diariamenteuma higiene mental.
 

Uber começa a utilizar carros sem motorista nos EUA

Clientes da Uber em Pittsburg, nos EUA, podem agora solicitar um um carro sem motorista, entrar no veículo e ver o volante girar sem o toque de mãos humanas enquanto eles percorrem a cidade.A repentina chegada da tecnologia dos carros sem motoristas para uso do público comum tem reguladores e advogados ainda esperando por respostas para questões importantes. Isso inclui saber como lidar com os problemas de responsabilidade em caso de acidentes.A Uber recentemente lançou sua frota de quatro Ford Fusion ao público para começar sua fase de testes. Esses carros são operados por um funcionário da Uber sentado no banco do motorista e um engenheiro ao lado. A empresa ainda não definiu uma data para a expiração do programa de testes.A Uber possui US$ 1 milhão em limite de apólices para responsabilidades de terceiros. Elas servem a todos os seus veículos tradicionais que são dirigidos na Pennsylvania. Um porta-voz da empresa afirmou que os carros sem motorista são segurados por cerca de US$ 5 milhões por acidentes. A conta foi enviada ao comitê de transportes do senado em maio, e ainda não foi votada. Isso traz uma série de preocupações em relação ao teste desses veículos autônomos.Pegue uma carona na UberAtualmente, a Uber não está cobrando de seus passageiros as corridas feitas nesses carros. Para isso, elas precisarão de aprovação da Comissão de Utilidade Pública do estado. Essa comissão, que regula as redes de Uber e táxi, não tem fiscalização para esse novo tipo de veículo. Mesmo assim, a entidade está olhando atentamente para essa nova empreitada.Nove estados e o distrito de Columbia, nos EUA, promulgaram algum tipo de regulamentação para carros sem motoristas. Na Califórnia, o Departamento de Veículos Motorizados propôs regulamentações para o desenvolvimento desses veículos para o uso público. Há a necessidade de certificados de segurança e requerimentos que comprovem que é um motorista licenciado utiliza o veículo.Fonte: Porperty Casualty 360