Chubb anuncia venda da carteira de automóvel

A Chubb e Porto Seguro estão anunciando o acordo de venda da carteira do negócio de automóvel para alta renda do Brasil.

As empresas chegaram a um acordo de venda que permitirá à Chubb concentrar-se em seu core business e à Porto Seguro consolidar sua carteira de produtos existente.

A venda da carteira de automóvel está alinhada à estratégia corporativa de focar no negócio de P&C, Acidentes Pessoais, Middle Market e Life. Esta é uma decisão extremamente importante para os negócios da ambas as empresas.

A transação está sujeita à aprovação regulatória. Até a conclusão definitiva desse processo, a carteira de seguros de automóveis da Chubb continuará a ser normalmente, e de forma independente, operada pela Chubb.

Apenas após a conclusão desse processo, a Chubb trabalhará no processo de transição dos negócios para a Porto Seguro.

 

Risco Uber encarece seguro de veículos

Para driblar o desemprego ou complementar a renda, muitos brasileiros têm prestado serviço de motorista por meio de aplicativos como Uber, Cabify e Will Go. Além de outros investimentos para se tornar um profissional do ramo, quem atua na área deve colocar na planilha de gastos um seguro de carro mais caro. Ainda “pisando em ovos” nesse mercado, as seguradoras entendem que um carro utilizado para transporte de passageiros via aplicativo está na mesma categoria de um táxi. “Ainda que mais caro, é muito importante que quem estiver atuando como motorista do Uber (ou outros aplicativos do gênero) se preocupe em fazer a mudança na apólice do carro para não ter nenhuma surpresa desagradável em caso de sinistro, porque a seguradora pode não dar cobertura”, explica o professor da Escola Nacional de Seguros Bruno Kelly. Para o cadastro, os aplicativos só exigem o seguro de passageiros conhecido como APP, que custa cerca de R$ 80 por ano. Porém, quem já tinha seguro de carro como veículo de passeio e quer continuar tendo cobertura em caso de colisão, incêndio e roubo vai ter de pagar mais caro para isso. O motorista parceiro do Uber Ricardo de Oliveira, de 41 anos, estava trabalhando pelo aplicativo há apenas dois meses quando fez o endosso do seguro do seu carro ainda no ano passado. “Ficou R$ 300 mais caro e pesou naquele momento inicial, quando eu já tinha de fazer outros investimentos, como o seguro APP e um celular melhor”, diz Oliveira, que trabalhava antes na área de segurança particular. Mas o investimento parece ter valido a pena. No fim de junho, bateu o carro em uma rodovia quando estava a passeio e conseguiu que o seguro cobrisse o conserto e fornecesse um outro automóvel de locadora para que pudesse continuar trabalhando. Em plataformas que comparam cotações, como a da corretora Bidu e a da Compara Online, por exemplo, o “Seguro Uber” já consta na prateleira de produtos disponíveis. Os preços chegam a superar em 50% o de seguros de veículos particulares, de acordo com levantamento feito em junho pela ComparaOnline. “Observamos um aumento de 10 vezes no número de pedidos desse tipo de cotação”, afirma o diretor da empresa, Paulo Marchetti. O diretor de marketing da corretora Bidu, Maurício Antunes, explica que o uso comercial do carro é sempre considerado um agravo: “A cotação depende de muitas variáveis, mas, nesses casos, o motorista não escolhe o trajeto, circula muito mais, ou seja, está mais exposto ao risco”. Ainda segundo o diretor, a comercialização do produto na plataforma quadruplicou entre abril e junho. O Estado apurou que, entre as seguradoras que já estão atuando nesse segmento de mercado estão a Porto Seguro, a Tokio Marine e a SulAmérica. O diretor-geral da Porto Seguro, Luiz Pomarole, no entanto, diz não se tratar de uma modalidade de seguro totalmente nova, mas uma derivação de uma que já existia, a “de transporte de pessoas”, como é o caso das vans escolares. “O mercado está analisando a recente liberação da Prefeitura de São Paulo para a operação desse tipo de transporte e agora as companhias de seguros terão melhores condições de estipular as regras de aceitação e as taxas.”FonteEstadão
 

Protetor Solar

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica, o corretor é aplicar o protetor 30 minutos antes de se expor ao sol. Confira algumas dicas para aproveitar o sol sem preocupações nesse carnaval:Aplique generosamente o filtro solar, 20 a 30 minutos antes de sair ao sol. Lembre-se de reaplicar o filtro a cada 2 horas ou após mergulhar.Use filtro solar com FPS 30 ou maior. Pessoas de pele muito escura podem usar filtros solares com fator de proteção 15.Peles claras e pessoas ruivas exigem maiores cuidados, pois são mais propensas ao câncer da pele. Mormaço também queima. Não se engane. Mesmo nos dias nublados, use filtros solares.A proteção solar das crianças é responsabilidade dos pais! Proteja as crianças.Use bonés, viseiras ou chapéus. Cerca de 70% dos cânceres da pele ocorrem na face, proteja-a sempre. Quem se ama, protege a pele. Previna-se!
 

Saúde passa a ser principal ramo de seguros

A liderança de vendas do mercado de seguros, sempre creditada ao seguro automóvel, passou a ser do ramo de saúde. Enquanto auto faturou R$ 32,6 bilhões em 2016, com queda de 2%, o setor de saúde marcou R$ 36 bilhões, com crescimento de 11%, mudando o perfil do mercado no Brasil. Os dados foram divulgados pelo Ranking das Seguradoras 2016, publicação anual do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP). “Os números de 2016 atestam a capacidade de inovação e dinamismo do setor, aliada à nossa força de trabalho, tanto dos seguradores, quanto dos corretores, o que nos leva a acreditar em um 2017 melhor em resultados e evolução”, diz o presidente da entidade, Alexandre Camillo. O estudo, produzido pelo economista Francisco Galiza, reúne dados oficiais da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “Em 2006, o ramo de automóvel detinha 30% do setor e hoje está com 25%. Enquanto que saúde passou de 21% para 27% nos últimos dez anos”, pontua Galiza. O material revela a posição das companhias nos principais ramos de seguros, para orientar os corretores de seguros e o mercado sobre os caminhos do setor. No ranking geral, a liderança coube ao grupo Bradesco, com quase 25% do setor, seguido dos grupos SulAmérica e BB Mapfre. No ramo Automóvel, o faturamento total (sem o DPVAT) foi de R$ 32,6 bilhões, com queda de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. No ramo Patrimonial, a receita total foi de quase R$ 13 bilhões, com alta de 3%. O ramo Pessoas teve faturamento de R$ 34,2 bilhões, com variação positiva de 3%. Já no ramo Riscos Financeiros, a receita foi de R$ 3,1 bilhões, com variação de mais de 10%. Na seara de Transportes, a receita foi de R$ 3 bilhões, com alta de 6%. Em Saúde, a receita foi de R$ 36 bilhões, com variação de, aproximadamente, 11%. Nos demais ramos, a receita do segmento foi de R$ 10,3 bilhões, com variação de 9% em relação a 2016. Fonte: Revista Apólice