Chubb anuncia venda da carteira de automóvel

A Chubb e Porto Seguro estão anunciando o acordo de venda da carteira do negócio de automóvel para alta renda do Brasil.

As empresas chegaram a um acordo de venda que permitirá à Chubb concentrar-se em seu core business e à Porto Seguro consolidar sua carteira de produtos existente.

A venda da carteira de automóvel está alinhada à estratégia corporativa de focar no negócio de P&C, Acidentes Pessoais, Middle Market e Life. Esta é uma decisão extremamente importante para os negócios da ambas as empresas.

A transação está sujeita à aprovação regulatória. Até a conclusão definitiva desse processo, a carteira de seguros de automóveis da Chubb continuará a ser normalmente, e de forma independente, operada pela Chubb.

Apenas após a conclusão desse processo, a Chubb trabalhará no processo de transição dos negócios para a Porto Seguro.

 

Cresce o número de mulheres com seguro para motos

O perfil dos motociclistas brasileiros está mudando. Nos últimos cinco anos, houve um crescimento de mais de 30% no número de mulheres abaixo de 35 anos contratando seguros para motocicletas na SulAmérica. Atualmente, as brasileiras representam 17% do total de segurados com este tipo de veículo. Os números são de um estudo inédito da companhia divulgado na última quarta-feira (27), quando foi comemorado nacionalmente o Dia do Motociclista. No Estado do Tocantins, o público feminino já é mais representativo que o masculino, somando aproximadamente 55% do total de condutores de motos seguradas pela empresa. No Rio de Janeiro, por outro lado, 90% dos segurados da categoria são homens. O Estado que concentra a maior quantidade de motos na carteira da seguradora, atualmente, é Minas Gerais, que responde por quase 15% do total e que, nos últimos cinco anos, também apresentou 15% de crescimento. Em seguida, estão São Paulo, com 14%, e Pernambuco, com 10%. O seguro para motocicleta também é a segunda categoria mais contratada por homens abaixo de 35 anos. Quase 30% dos seguros SulAmérica Auto para o público masculino nessa faixa etária são de moto. Em primeiro lugar, são os carros de passeio, com 64%. Fonte Revista Apólice
 

Entre janeiro e maio, 788 mil pessoas ficaram sem plano de saúde

Cerca de 788 mil pessoas perderam o plano de saúde nos primeiros cinco meses deste ano, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em todo o ano passado, pouco mais de 1 milhão pessoas ficaram sem o convênio médico, principalmente, devido ao aumento na taxa de desemprego.  Segundo a Abramge, associação das operadoras de planos de saúde, a previsão é que o setor perca 3 milhões de usuários de planos de saúde no período entre 2015 e 2016. Muitas empresas mantêm o benefício por seis meses até dois anos após a demissão do funcionário e em diversos casos esse prazo adicional termina em 2016. Estabilidade Os cinco maiores grupos de planos de saúde — Bradesco, Amil, Hapvida, SulAmérica e Notre Dame Intermédica — registraram crescimento de menos de 1% no número de usuários no mês de maio, quando comparado a abril. Essas cinco operadoras representam 27% do setor que tem 48,6 milhões de usuários, de acordo com dados do acumulado dos cinco meses da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Um dos destaques foi a operadora São Francisco Saúde, do interior de São Paulo, que cresceu 16,21% entre maio e abril deste ano. A operadora tem 455,6 mil usuários e atua com o público intermediário. Uma das apostas da São Francisco é que, em um cenário de crise econômica, as empresas migram para um convênio médico mais barato. Fonte: Valor Econômico
 

18 de maio - COMBATE AO ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL

Você sabe a diferença entre abuso sexual e exploração sexual ?Abuso sexualPode ser dentro ou fora da família. Acontece quando o corpo de uma criança ou adolescente é usado para a satisfação sexual de um adulto, com ou sem o uso da violência física. Desnudar, tocar, acariciar as partes íntimas, levar a criança à assistir ou participar de práticas sexuais de qualquer natureza também constituem características desse tipo de crime.Exploração sexual É o uso de crianças e adolescentes em atividades sexuais remuneradas. Alguns exemplos são a exploração no comércio do sexo, a pornografia infantil e a exibição em espetáculos sexuais públicos ou privados. Nesse tipo de violação aos direitos infanto-juvenis, a criança explorada passa a ser tratada como um objeto sexual ou mercadoria.DISQUE DENÚNCIAOs casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes podem ser denunciados por telefone. Basta discar o número 100. O “Disque 100” também recebe denúncias pelo e-mail disquedenuncia@sedh.gov.br