Custos de plano de saúde quebram novo recorde

Medidos pelo “Custômetro”, iniciativa da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) que mede as despesas das operadoras, atingiram às 9 horas de hoje (21) a marca dos R$ 100 bilhões em 2017.

Trata-se da maior cifra já paga pelo setor de saúde suplementar nos oito primeiros meses de um ano, apesar de o segmento ter perdido 1,5 milhão de usuários em 2016 por conta da crise no País.

A chegada aos R$ 100 bilhões aconteceu com 45 dias de antecedência em relação ao ano passado, quando o patamar foi registrado em 6 de outubro.

Pesam nas contas, conforme se queixam as operadoras, a inflação médica, a judicialização da saúde, envelhecimento da população e ainda a atuação da máfia das próteses.

Atualmente, 47,6 milhões de pessoas possuem planos de saúde médico-hospitalares.

Fonte: Broadcast, Estadão

 

Seguro para home office: coberturas e assistências exclusivas

A Liberty Seguros apresenta o Liberty Home Office, um seguro customizado para profissionais que trabalham em casa. O produto pode ser contratado por profissionais com ou sem CNPJ que exercem sua atividade exclusivamente em escritório em sua residência ou em escritório situado em edícula localizada no terreno residencial. A proteção oferece uma série de coberturas e assistências exclusivas como contra a perda de lucro e despesas por incêndios, danos e roubo de equipamentos eletrônicos e o pagamento de aluguel em casos de impedimento de acesso à residência. Os segurados também contam com assistências como a do descarte responsável, que garante a retirada e o descarte corretos de móveis, eletroeletrônicos, eletrodomésticos e entulho de pequenas obras e reformas. Além disso, podem ser solicitados serviços como limpeza e reparos de ar condicionado e dedetização. Os segurados têm acesso a um help desk de assistência para o computador que utilizam para trabalhar. “Pesquisas demonstram que até 2020 cerca de 50% dos profissionais trabalharão em casa e o lançamento do Liberty Home Office reflete esse movimento, oferecendo segurança para os profissionais que trabalham em casa a um preço acessível”, diz Mario Cavalcante, diretor de Seguros Auto e Residência da companhia. “Por um valor médio de R$ 300 ao ano, no caso do home office ser feito em um apartamento, e R$ 400, se for em uma casa, além das coberturas relacionadas ao trabalho, os segurados poderão usufruir das assistências tradicionais para a residência como serviços de chaveiro, eletricista e conserto de eletrodomésticos”, finaliza o executivo. Fonte Revista Apólice
 

Aumento dos Calotes Atinge o Mercado de Seguros

As indenizações pagas superaram o volume de prêmios emitidos no mercado de seguro de crédito no Brasil em 2016, mostrando que o aumento dos calotes provocado pela recessão no país atingiu também o setor de seguros.Os prêmios emitidos de apólices contra não pagamento de empréstimos somaram 251 milhões reais, enquanto as indenizações chegaram a 286 milhões reais, de acordo com dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg). Em 2015, os seguros de crédito emitidos tinham sido de 201 milhões de reais, ante 294 milhões de reais de indenizações.O seguro de crédito garante os créditos que uma empresa fornecedora tem a receber de seus compradores em caso de inadimplência.Segundo a vice-presidente da Comissão de Risco de Crédito e Garantia da Fenseg, Cristina Salazar, esse quadro reflete o momento difícil da economia do país, com muitas empresas em falência ou em recuperação judicial.“Vimos várias empresas deixaram de pagar seus fornecedores, que por sua vez também tiveram problemas de caixa e assim por diante”, disse Cristina.Segundo ela, em geral os segurados são multinacionais que conhecem o seguro fora do Brasil. Embora seja oferecido no país há cerca de duas décadas, o seguro de crédito só é usado por cerca de 600 corporações, a maioria filiais de estrangeiras, segundo a Coface.Entre as atividades que mais contratam o seguro nos últimos anos estão empresas do setor siderúrgico, bens de consumo, agronegócios, têxtil e calçados.Para a executiva da Fenseg, o fato de as indenizações terem superado o total de prêmios não deve desestimular as seguradoras a operar com o produto.“A sinistralidade tende a reduzir um pouco em 2017 e, além disso, as seguradoras ficam com o direito ao crédito não recebido e podem tentar recuperar parte ou todo dos recursos”, disse Cristina. “Agora é hora de mostrar que o produto realmente funciona”.Fonte: Revista Apólice
 

Uber começa a utilizar carros sem motorista nos EUA

Clientes da Uber em Pittsburg, nos EUA, podem agora solicitar um um carro sem motorista, entrar no veículo e ver o volante girar sem o toque de mãos humanas enquanto eles percorrem a cidade.A repentina chegada da tecnologia dos carros sem motoristas para uso do público comum tem reguladores e advogados ainda esperando por respostas para questões importantes. Isso inclui saber como lidar com os problemas de responsabilidade em caso de acidentes.A Uber recentemente lançou sua frota de quatro Ford Fusion ao público para começar sua fase de testes. Esses carros são operados por um funcionário da Uber sentado no banco do motorista e um engenheiro ao lado. A empresa ainda não definiu uma data para a expiração do programa de testes.A Uber possui US$ 1 milhão em limite de apólices para responsabilidades de terceiros. Elas servem a todos os seus veículos tradicionais que são dirigidos na Pennsylvania. Um porta-voz da empresa afirmou que os carros sem motorista são segurados por cerca de US$ 5 milhões por acidentes. A conta foi enviada ao comitê de transportes do senado em maio, e ainda não foi votada. Isso traz uma série de preocupações em relação ao teste desses veículos autônomos.Pegue uma carona na UberAtualmente, a Uber não está cobrando de seus passageiros as corridas feitas nesses carros. Para isso, elas precisarão de aprovação da Comissão de Utilidade Pública do estado. Essa comissão, que regula as redes de Uber e táxi, não tem fiscalização para esse novo tipo de veículo. Mesmo assim, a entidade está olhando atentamente para essa nova empreitada.Nove estados e o distrito de Columbia, nos EUA, promulgaram algum tipo de regulamentação para carros sem motoristas. Na Califórnia, o Departamento de Veículos Motorizados propôs regulamentações para o desenvolvimento desses veículos para o uso público. Há a necessidade de certificados de segurança e requerimentos que comprovem que é um motorista licenciado utiliza o veículo.Fonte: Porperty Casualty 360