Custos de plano de saúde quebram novo recorde

Medidos pelo “Custômetro”, iniciativa da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) que mede as despesas das operadoras, atingiram às 9 horas de hoje (21) a marca dos R$ 100 bilhões em 2017.

Trata-se da maior cifra já paga pelo setor de saúde suplementar nos oito primeiros meses de um ano, apesar de o segmento ter perdido 1,5 milhão de usuários em 2016 por conta da crise no País.

A chegada aos R$ 100 bilhões aconteceu com 45 dias de antecedência em relação ao ano passado, quando o patamar foi registrado em 6 de outubro.

Pesam nas contas, conforme se queixam as operadoras, a inflação médica, a judicialização da saúde, envelhecimento da população e ainda a atuação da máfia das próteses.

Atualmente, 47,6 milhões de pessoas possuem planos de saúde médico-hospitalares.

Fonte: Broadcast, Estadão

 

ANS publica norma sobre junta médica ou odontológica

A formação de junta médica ou odontológica no setor de saúde suplementar é a medida a ser adotada sempre que houver divergência entre a operadora de plano de saúde e o profissional de saúde que assiste ao beneficiário quanto à indicação de realização de um determinado procedimento ou da utilização de tipos específicos de órteses, próteses ou outros materiais especiais. A junta é, então, composta pelo médico ou dentista assistente, por um profissional da operadora de plano de saúde e por um terceiro, escolhido em comum acordo entre o profissional assistente e operadora. Com a finalidade de regulamentar o tema e determinar os critérios de forma clara para todos os agentes envolvidos, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou na edição desta terça-feira (27) do Diário Oficial da União a Resolução Normativa nº 424/2017, que entra em vigor no prazo de 60 dias. “A publicação dessa norma confere mais segurança e acesso à informação ao paciente, pois determina que ele deve ser informado se houver qualquer divergência entre a indicação do médico ou dentista assistente e a sua operadora de plano de saúde. Além disso, a formação de junta deverá considerar prazos de acordo com o tipo de procedimento a ser realizado, de forma que o beneficiário não seja prejudicado e não fique sem previsão de ter seu caso solucionado”, destaca a diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Karla Santa Cruz Coelho. A norma esclarece os casos em que deve ou não ser formada a junta médica ou odontológica, especifica a qualificação dos profissionais envolvidos, determina as formas de notificação, prazos e formas de resposta, além dos direitos e deveres de beneficiários, profissionais assistentes e operadoras, sempre com foco na garantia da melhor conduta clínica para o beneficiário, dentro dos prazos de atendimento preconizados pela ANS.Entre as principais regras estipuladas, estão:A junta será formada por três profissionais: o assistente, o da operadora e um desempatador;A escolha do desempatador será feita, em comum acordo, pelo assistente e pela operadora. O consenso poderá ocorrer entre o assistente e a operadora até a realização da junta;Cabe ao profissional assistente determinar as características das órteses, próteses e materiais especiais (OPME) necessários à realização do procedimento. A indicação deverá ser justificada clinicamente e deverão ser oferecidas, pelo menos, três marcas de produtos de fabricantes diferentes;A junta poderá ser realizada nas modalidades presencial ou à distância, definida a critério do desempatador;O tempo para realização do procedimento não poderá ultrapassar os prazos máximos da garantia de atendimento determinados pela ANS na Resolução Normativa nº 259/2011.Também estão claros os eventos em que não se admite a formação de junta médica:Casos de urgência ou emergência;Quando os procedimentos ou eventos não estão previstos nem no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e nem no contrato;Quando há indicação de órteses, próteses e materiais especiais (OPME) utilizados exclusivamente em procedimento não coberto pelo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, exceto nos casos de procedimentos que sejam garantidos pelo contrato, ainda que não previstos no Rol; ouNos casos em que há indicação de OPME ou medicamento sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ou para uso não constante no manual, instrução de uso ou bula (off label)A RN nº 424/2017 estabelece ainda que as operadoras deverão notificar o beneficiário a respeito da necessidade de formação de junta médica ou odontológica e que elas também deverão registrar, armazenar e disponibilizar à ANS, quando requisitadas, as informações e os dados relacionados às juntas médicas ou odontológicas realizadas.“A construção dessa norma foi feita em parceria com representantes de prestadores de serviços de saúde, de operadoras e contou com a importante participação do Ministério Público e da Defensoria do Estado do Rio de Janeiro. Nossa expectativa é que as novas regras, ao trazerem transparência e clareza, promovam agilidade ao atendimento ao beneficiário, evitem conflitos entre os consumidores e as operadoras e reduzam casos de judicialização, promovendo a melhoria do atendimento ao usuário de planos de saúde”, concluiu Karla. Confira aqui a Resolução Normativa nº 424/2017.
 

Companhia anuncia novidade na contratação do seguro de pessoas com deficiência

De acordo com o Censo promovido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, no Brasil existem mais de 45,6 milhões de pessoas com deficiência, representando 23,9% da população. Levando em consideração esse cenário, o Porto Seguro Auto passa a oferecer mais uma facilidade aos motoristas com algum tipo de deficiência. Com a novidade, em casos de sinistros de indenização integral, o segurado poderá ter a restituição de 100% da tabela FIPE, sem depreciação decorrente dos impostos IPI e/ou ICMS, que serão quitados pela seguradora. Para ter esse benefício, basta contratar a Cláusula Despesas Extraordinárias do Porto Seguro Auto. Os clientes que contratam esse tipo de seguro também contam com outras coberturas, como assistência 24h para o carro, com o Porto Socorro, desconto na franquia do carro extra, estacionamentos, aluguel de automóveis, reparos de eletrodomésticos, serviços emergenciais à residência, reposição do valor do veículo zero quilômetro por até seis meses, utilização de mais de 270 Centros Automotivos da seguradora, entre outros. Neste ano, o Porto Seguro Auto anunciou também uma parceria com o aplicativo guiaderodas, que funciona como um guia colaborativo para consulta e avaliação da acessibilidade de estabelecimentos para pessoas com dificuldade de locomoção. Por ele, são avaliados restaurantes, supermercados, lojas, cinemas, farmácias, consultórios, teatros, baladas etc. O objetivo é facilitar a vida de todas as pessoas com algum tipo de dificuldade de locomoção, sejam cadeirantes, idosos, gestantes, mães com filhos pequenos e tantas outras limitações físicas e funcionais. Fonte: Revista Apólice
 

HEPATITES VIRAIS

28 de JulhoDia Internacional de combate ás HEPATITES VIRAISConsiderada um problema mundial de saúde pública, a hepatite pode levar a problemas hepáticos graves causando a morte.Pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.SINTOMAS• cansaço• febre• mal-estar• tontura• enjoo• vômitos• dor abdominal• pele e olhos amarelados• urina escura• fezes claras.FORMAS DE TRANSMISSÃO: • Hepatites A e E: situações precárias de saneamento básico, água e higiene pessoal e de alimentos leva ao risco do contágio fecal-oral. Quem tem hepatite A ou E pode se curar, eliminando o vírus do organismo.• Hepatite B, C e D: praticar sexo sem proteção, compartilhar seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam.O vírus pode passar da mãe para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação.HEPATITESO DIAGNÓSTICO PRECOCE É O PRIMEIRO PASSO PARA A CURA• No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Existem, ainda, os vírus D e E, esse último mais frequente na África e na Ásia. • Milhões de pessoas no Brasil são portadoras dos vírus B ou C e não sabem. Elas correm o risco de as doenças evoluírem (tornarem-se crônicas) e causarem danos mais graves ao fígado, como cirrose e câncer. Por isso, é importante ir ao médico regularmente e fazer os exames de rotina que detectam a hepatite.• Em novembro de 2017, o Brasil anunciou o Plano Nacional para Eliminação da Hepatite C até 2030 com a oferta de tratamento para todos. A expectativa é tratar 657 mil pessoas nos próximos anos.PREVENÇÃO E PROTEÇÃO• Não compartilhar objetos de uso pessoal como seringas e agulhas, lâminas e alicates.• Usar material descartável para colocação de piercing e realização de tatuagens.• Certificar-se que os equipamentos cirúrgicos e odontológicos tenham sido esterilizados quando não puderem ser descartados.• Usar camisinha em todas as relações sexuais é uma medida de proteção muito importante contra a Hepatite B.