Dia nacional de doação de órgãos

No dia 27 de Setembro, é comemorado o DIA NACIONAL DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS, uma campanha do Ministério da Saúde, que visa conscientizar a sociedade sobre a importância da doação.

QUEM PODE DOAR ?    

• Qualquer pessoa pode ser uma doadora de órgãos. Basta apenas ser maior de 18 anos, ter condições adequadas de saúde e ser avaliado por um médico para realização de exames.
• Estar em condições de doar o órgão ou tecido sem comprometer a saúde e aptidões vitais;
• Ter um receptor com indicação terapêutica indispensável de transplante;

Conforme à Legislação Brasileira podem ser doadores em vida: pais, irmãos, filhos, avós, tios, primos, cônjuge e ainda não parente com autorização judicial.

QUAIS ÓRGÃO PODEM SER DOADOS ?
• CORAÇÃO
• PULMÕES
• FÍGADO
• PÂNCREAS
• RINS
• CÓRNEAS

Muitas vezes, o transplante de órgãos podem ser a única esperança de vida ou a oportunidade de um recomeço para pessoas que precisam de doação. O Sistema Único de Saúde ( SUS) tem o maior programa de transplante do mundo, no qual 87% dos transplantes de órgãos são feitos com recursos públicos, e ajuda cada vez mais pessoas e terem uma vida melhor.

Doe órgãos salve vidas


 

Risco Uber encarece seguro de veículos

Para driblar o desemprego ou complementar a renda, muitos brasileiros têm prestado serviço de motorista por meio de aplicativos como Uber, Cabify e Will Go. Além de outros investimentos para se tornar um profissional do ramo, quem atua na área deve colocar na planilha de gastos um seguro de carro mais caro. Ainda “pisando em ovos” nesse mercado, as seguradoras entendem que um carro utilizado para transporte de passageiros via aplicativo está na mesma categoria de um táxi. “Ainda que mais caro, é muito importante que quem estiver atuando como motorista do Uber (ou outros aplicativos do gênero) se preocupe em fazer a mudança na apólice do carro para não ter nenhuma surpresa desagradável em caso de sinistro, porque a seguradora pode não dar cobertura”, explica o professor da Escola Nacional de Seguros Bruno Kelly. Para o cadastro, os aplicativos só exigem o seguro de passageiros conhecido como APP, que custa cerca de R$ 80 por ano. Porém, quem já tinha seguro de carro como veículo de passeio e quer continuar tendo cobertura em caso de colisão, incêndio e roubo vai ter de pagar mais caro para isso. O motorista parceiro do Uber Ricardo de Oliveira, de 41 anos, estava trabalhando pelo aplicativo há apenas dois meses quando fez o endosso do seguro do seu carro ainda no ano passado. “Ficou R$ 300 mais caro e pesou naquele momento inicial, quando eu já tinha de fazer outros investimentos, como o seguro APP e um celular melhor”, diz Oliveira, que trabalhava antes na área de segurança particular. Mas o investimento parece ter valido a pena. No fim de junho, bateu o carro em uma rodovia quando estava a passeio e conseguiu que o seguro cobrisse o conserto e fornecesse um outro automóvel de locadora para que pudesse continuar trabalhando. Em plataformas que comparam cotações, como a da corretora Bidu e a da Compara Online, por exemplo, o “Seguro Uber” já consta na prateleira de produtos disponíveis. Os preços chegam a superar em 50% o de seguros de veículos particulares, de acordo com levantamento feito em junho pela ComparaOnline. “Observamos um aumento de 10 vezes no número de pedidos desse tipo de cotação”, afirma o diretor da empresa, Paulo Marchetti. O diretor de marketing da corretora Bidu, Maurício Antunes, explica que o uso comercial do carro é sempre considerado um agravo: “A cotação depende de muitas variáveis, mas, nesses casos, o motorista não escolhe o trajeto, circula muito mais, ou seja, está mais exposto ao risco”. Ainda segundo o diretor, a comercialização do produto na plataforma quadruplicou entre abril e junho. O Estado apurou que, entre as seguradoras que já estão atuando nesse segmento de mercado estão a Porto Seguro, a Tokio Marine e a SulAmérica. O diretor-geral da Porto Seguro, Luiz Pomarole, no entanto, diz não se tratar de uma modalidade de seguro totalmente nova, mas uma derivação de uma que já existia, a “de transporte de pessoas”, como é o caso das vans escolares. “O mercado está analisando a recente liberação da Prefeitura de São Paulo para a operação desse tipo de transporte e agora as companhias de seguros terão melhores condições de estipular as regras de aceitação e as taxas.”FonteEstadão
 

Grupo DASA compra Salomão Zoppi por R$ 600 milhões

A Diagnósticos da América anunciou na ultima sexta-feira (20) acordo para aquisição da Salomão e Zoppi Serviços Médicos e Participações S.A., sociedade que desenvolve atividades de análises clínicas no Estado de São Paulo avaliada em R$ 600 milhões.“O contrato tem por objeto a aquisição de ações da Sociedade pela Dasa, seguida de incorporação de ações da Sociedade com a consequente entrega de ações da Dasa para os acionistas controladores da sociedade, que passará, após a conclusão e fechamento, a ser subsidiária integral da Dasa”, de acordo com o fato relevante.O texto diz ainda que a conclusão da operação está sujeita, dentre outras condições, à aprovação pelas autoridades concorrenciais brasileiras.Fonte: Folha de São Paulo – 20.01.2017.
 

Nova seguradora chega para concorrer em seguro garantia

Apoiada pelo conhecimento e capacidade de avaliação de crédito do Banco, acaba de ser lançada a BMG Seguros, que irá atuar exclusivamente como seguradora de garantia. O diretor presidente da nova companhia, Jorge Sant´Anna, afirmou que o foco será nos produtos de garantia financeira, Bid e Performance Bonds. “Queremos começar a pensar em soluções um pouco diferentes do que o mercado traz hoje. Por exemplo: variantes do seguro de garantia financeira, seguros que possam auxiliar na operação das empresas”, adiantou, acrescentando que é hora de começar a aproximar o mercado brasileiro do que já está disponível no exterior.Sant´Anna destaca que o mercado internacional é muito rico em termos de produtos e que, lá fora, a gestão de garantia não é tratada pelo mercado financeiro, mas sim pelo setor de seguros. Para ele, este é o momento do setor de seguros ocupar o seu espaço com a criação de novos produtos.Para justificar a criação da seguradora em momento tão delicado para a economia brasileira. Sant´Anna apresenta alguns números: atualmente, há R$ 450 bilhões em fianças bancárias; R$ 1 trilhão em dívida ativa e R$ 200 bilhões em depósitos judiciais. “São recursos alocados em crédito bancário ou depósito judicial. Existe uma necessidade de liquidez das companhias, de liberação de linha de crédito e é nesta linha que as seguradoras devem atuar. Hoje, entre R$ 20 e 30 bilhões são sugados do mercado corporativo para garantias judiciais. Este dinheiro poderia estar na operação”, completa. Para Antônio Hermann, presidente do Banco BMG, o lançamento reforça a estratégia atual da instituição, de abertura de novos negócios e ampliação do portfólio de produtos oferecidos a clientes do segmento empresarial. “Temos feito um trabalho intenso de qualificação da nossa atuação junto ao segmento corporativo, acreditamos que a tradição e a solidez da nossa marca, presente há mais de 85 anos no mercado, podem contribuir para a criação de oportunidades e para o crescimento econômico do país”, afirma.O seguro garantia é cada vez mais demandado por empresas que desejam otimizar sua gestão de riscos sem comprometer sua liquidez ou aportar um volume de garantia que dificulte os negócios. O mercado movimentou R$ 1,6 bilhão em prêmios no Brasil em 2015 e a expectativa para 2016 é de atingir R$ 2 bilhões.   Fonte: Revista Apólice