DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO DA OBESIDADE . 11 DE OUTUBRO

A obesidade e o sobrepeso são atualmente a segunda maior causa evitável de morte e pode em breve ultrapassar o tabaco como a principal.

No Brasil e no mundo, a obesidade é um dos problemas que mais afeta a população. Os hábitos alimentares dos brasileiros têm impactado diretamente no crescimento da obesidade, interferindo também na prevalência de outras doenças como diabetes e hipertensão. “O consumo de bebidas adoçadas e refrigerantes, assim como outras guloseimas ricas em açucares e gorduras, aumentou muito entre os brasileiros nos últimos anos. Isso pode ter contribuído para o crescimento da população obesa”.

Combater e prevenir a Obesidade são ações urgentes
diante de um problema que vem adquirindo proporções maiores.

PROBLEMAS RELACIONADOS À OBESIDADE

Colesterol alto
Doenças cardiovasculares
Asma
Diabetes tipo 2
Diminuição da fertilidade
Pressão alta

CONFIRA ABAIXO DICAS
PARA PREVENÇÃO DA OBESIDADE:

• A melhor maneira de prevenir o excesso de peso ou a obesidade, é comer de forma saudável e fazer exercícios regularmente;

• Adote uma dieta saudável, rica em frutas, legumes, verduras e cereais integrais;

• Evite comer frituras, massas, pães e doces em excesso;

• Evite alimentos industrializados e Fast-food;

• Troque o refrigerante por água;

• Mexa-se! Pratique 30 minutos de exercício físico 4 a 5 vezes por semana. Mas, antes de iniciar qualquer atividade, é preciso passar por avaliação de um médico clínico ou cardiologista;

• Deixar o sedentarismo de lado, dormir bem e manter hábitos alimentares saudáveis são essenciais para prevenção. Só depende de você.

 

29 de maio - Dia Mundial da Saúde Digestiva

Ajustes no estilo de vida favorecem a saúde do estômagoBons hábitos alimentares, associados a certos cuidados, podem proteger seu estômago ou, pelo menos, atenuar sintomas quando já existem doenças gástricas instaladas. Até porque nem sempre é possível evitar todos os fatores que as causam.VEJA, PORTANTO, COMO AJUDAR1. Fracione a alimentação, comendo a cada três horas, para que o ácido presente no estômago sempre tenha utilidade. 2. Evite comidas gordurosas, que exigem produção de muito suco gástrico e maior gasto de energia atrapalhando outras funções.3. Capriche no café da manhã e jante com paciência. A ingestão alimentar deve acompanhar o rítmo do dia.4. Mastigue bem os alimentos. A digestão começa na boca.5. Não fume. O cigarro causa danos a todo o aparelho digestório.6. Só vá para a cama 90 minutos depois de comer.7. Tome cuidado com a automedicação. Há remédios que irritam a mucosa gástrica, como os antinflamatórios.8. Reduza o estresse do dia a dia, que também estimula a produção de acidez. O QUE PROVOCA QUEIXAS1. Doenças do refluxo gastroesofágicoRetorno do conteúdo do estômago para o esôfago, caracterizando azia.2. GastriteInflamação na mucosa gástrica que ocasiona dor3. ÚlceraLesão na mucosa do estômago que causa dor e pode perfurar a parede da região.
 

Seguro prestamista: dívida quitada a baixo custo. Faça o seu seguro com a APR!

Em tempos de dinheiro curto e risco de desemprego pairando sobre a maioria dos brasileiros, o seguro prestamista começa a ser visto como a salvação para muitos consumidores. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), nos primeiros seis meses deste ano, houve um aumento de 23% no número de sinistros, totalizando mais de 663 mil pessoas que precisaram acionar o serviço. O seguro prestamista garante a quitação de uma dívida em casos de morte, invalidez ou desemprego involuntário. É bom para ambos os lados, uma vez que o consumidor salda seus débitos e as instituições de crédito transferem o risco de suas atividades para uma seguradora. Neste caso, o primeiro beneficiário do seguro prestamista, até o limite da dívida, será sempre a empresa credora. “Para o cidadão, fica a tranquilidade de ter seus débitos quitados, caso aconteça algum imprevisto. Estamos falando de uma ferramenta importante contra a inadimplência e uma injeção de capital na contabilidade das empresas, que não sofrem tanto em tempos de crise”, comenta Armando Vergilio, presidente da Federação nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). Segundo o executivo, para quem não tem patrimônio, esse seguro é comparado a uma proteção social, pois o seu objetivo é evitar a perda de um bem adquirido. São áreas de cobertura do seguro prestamista os empréstimos junto a financeiras e bancos; dividas de cheque especial de bancos; cartão de crédito (para cobrir o saldo do cartão); consórcios; financiamentos de bens (imóveis, veículos, eletrodomésticos, etc.); e até mesmo empréstimos com pagamento consignado em folha. “Quando a pessoa perde o emprego, fica doente ou em caso de morte, esta proteção se estende a ele ou às suas famílias. E é barato, sendo mais um motivo de adesão do consumidor de baixo poder aquisitivo”, analisa ele. O prêmio pago pelo contratante varia de acordo com o valor do bem, o prazo do financiamento e a proteção pretendida. Há diferenças entre os seguros para uma televisão e para uma moto, por exemplo. O prazo de pagamento da dívida também conta, assim como a idade do segurado. Mas como é um seguro de vida em grupo, ou seja, contratado para vários clientes, é possível ter um custo bastante reduzido por cliente. Segundo o Portal Tudo sobre Seguros, da Escola Nacional de Seguros, um bom exemplo deste tipo de apólice seria um empréstimo de R$ 5 mil, para o qual foi contratado um seguro prestamista. Caso se concretize um dos riscos previstos na apólice, a dívida será quitada. Em outras palavras, não haverá indenização para outro beneficiário, porque o primeiro beneficiário será sempre a instituição financeira ou a empresa que concedeu o crédito ou empréstimo. Em outro caso, com proteção ampliada seria um empréstimo de R$ 5 mil com um seguro prestamista de cobertura para um capital de R$ 15 mil. Em caso de sinistro previsto na apólice, a dívida será quitada com o credor e o saldo da indenização (R$ 10 mil) será pago ao beneficiário indicado na apólice. Opção para pessoas jurídicas A adesão ao seguro prestamista também vem crescendo entre as micro e pequenas empresas. Isso porque este tipo de empreendimento tem, em sua maioria, até dois sócios e, em caso de morte de algum deles, é um fator de enorme impacto negativo. Em caso de seguro, quando há dívidas contraídas, a indenização garante a continuidade do negócio, evitando pedidos de falência. Fonte: Revista Apólice
 

Aumento dos Calotes Atinge o Mercado de Seguros

As indenizações pagas superaram o volume de prêmios emitidos no mercado de seguro de crédito no Brasil em 2016, mostrando que o aumento dos calotes provocado pela recessão no país atingiu também o setor de seguros.Os prêmios emitidos de apólices contra não pagamento de empréstimos somaram 251 milhões reais, enquanto as indenizações chegaram a 286 milhões reais, de acordo com dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg). Em 2015, os seguros de crédito emitidos tinham sido de 201 milhões de reais, ante 294 milhões de reais de indenizações.O seguro de crédito garante os créditos que uma empresa fornecedora tem a receber de seus compradores em caso de inadimplência.Segundo a vice-presidente da Comissão de Risco de Crédito e Garantia da Fenseg, Cristina Salazar, esse quadro reflete o momento difícil da economia do país, com muitas empresas em falência ou em recuperação judicial.“Vimos várias empresas deixaram de pagar seus fornecedores, que por sua vez também tiveram problemas de caixa e assim por diante”, disse Cristina.Segundo ela, em geral os segurados são multinacionais que conhecem o seguro fora do Brasil. Embora seja oferecido no país há cerca de duas décadas, o seguro de crédito só é usado por cerca de 600 corporações, a maioria filiais de estrangeiras, segundo a Coface.Entre as atividades que mais contratam o seguro nos últimos anos estão empresas do setor siderúrgico, bens de consumo, agronegócios, têxtil e calçados.Para a executiva da Fenseg, o fato de as indenizações terem superado o total de prêmios não deve desestimular as seguradoras a operar com o produto.“A sinistralidade tende a reduzir um pouco em 2017 e, além disso, as seguradoras ficam com o direito ao crédito não recebido e podem tentar recuperar parte ou todo dos recursos”, disse Cristina. “Agora é hora de mostrar que o produto realmente funciona”.Fonte: Revista Apólice