Dicas de Saúde

MUDE HÁBITOS INVISTA EM SAÚDE

DURMA BEM:
Uma boa noite de sono é o primeiro passo para um dia mais produtivo. Preconiza-se 8 horas de sono.

FAÇA EXERCÍCIOS FÍSICOS:
30 minutos diários de atividade física de forma contínua.

COMA BEM:
A alimentação também in?uência na nossa qualidade de vida, faça
refeições saúdaveis.

Tenha encontros com você mesmo; tenha tempo PARA VOCÊ;

Dê bastante risada: dar boas gargalhadas tem um efeito muito bené?co sobre a nossa saúde mental.
Aprenda a dizer “não”: dizer “não” para situações e pessoas que não nos agradam é muito valioso.
Esteja aberto a novas experiências: a resistência a mudanças leva à estagnação, que é negativa do ponto de vista pessoal e pro?ssional.

VISITE SEU MÉDICO E DENTISTA REGULARMENTE: UMA VEZ POR ANO.

Preste atenção aos sinais do corpo:
• Diga não á obesidade;
• Evite o fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;
• Não discuide do lazer;
• Controle a pressão arterial;
• Controle o colesterol.

Alongue suas ideias; seja flexível;
otimista; tolerante; faça diariamente
uma higiene mental.


 

Cachorros e Gatos precisam contar com o Seguro Pet

O seguro para animais de estimação ainda é um privilégio desfrutado por apenas uma fração dos donos de animais. Mesmo nos EUA, onde o produto já está mais avançado ele ainda tem baixa penetração.De cerca de 174 milhões de cachorros e gatos nos EUA até o final de 2014, somente 1.4 milhões estão cobertos por uma apólice de seguros, de acordo com uma seguradora que disponibiliza o produto. Mesmo assim, isso mostra um crescimento da modalidade desde 2008, quando apenas 680 mil bichinhos estavam protegidos.Aproximadamente, 81% dos segurados Pet são cachorros. A maioria do restante é formada por gatos, mas há também um pequeno grupo de pessoas que procuram seguro para outros tipos de animais.O seguro saúde para Pet funciona de maneira similar ao seguro para humanos. As apólices são precificadas com base em um número de fatores de riscos, incluindo idade e raça. Produtos para raças puras, sem cruzamento com outras, geralmente são mais caros porque, ironicamente, costumam ter mais problemas de saúde.Um relatório sobre seguro para pet do ano passado atribui o crescimento de demanda ao aumento de preço cobrado pelos veterinários, bem como o aumento da população de animais.O seguro pode parece ser um produto comercializado exclusivamente para os ricos, mas, de fato, ele está mais direcionado às pessoas de classe média que não podem suportar a ideia de precisar sacrificar seu animal caso se deparem com uma conta veterinária com a qual não podem arcar.Quer saber como contratar o Seguro do seu Pet? Entre em contato com a APR!FonteRevista Apólice
 

Companhia anuncia novidade na contratação do seguro de pessoas com deficiência

De acordo com o Censo promovido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, no Brasil existem mais de 45,6 milhões de pessoas com deficiência, representando 23,9% da população. Levando em consideração esse cenário, o Porto Seguro Auto passa a oferecer mais uma facilidade aos motoristas com algum tipo de deficiência. Com a novidade, em casos de sinistros de indenização integral, o segurado poderá ter a restituição de 100% da tabela FIPE, sem depreciação decorrente dos impostos IPI e/ou ICMS, que serão quitados pela seguradora. Para ter esse benefício, basta contratar a Cláusula Despesas Extraordinárias do Porto Seguro Auto. Os clientes que contratam esse tipo de seguro também contam com outras coberturas, como assistência 24h para o carro, com o Porto Socorro, desconto na franquia do carro extra, estacionamentos, aluguel de automóveis, reparos de eletrodomésticos, serviços emergenciais à residência, reposição do valor do veículo zero quilômetro por até seis meses, utilização de mais de 270 Centros Automotivos da seguradora, entre outros. Neste ano, o Porto Seguro Auto anunciou também uma parceria com o aplicativo guiaderodas, que funciona como um guia colaborativo para consulta e avaliação da acessibilidade de estabelecimentos para pessoas com dificuldade de locomoção. Por ele, são avaliados restaurantes, supermercados, lojas, cinemas, farmácias, consultórios, teatros, baladas etc. O objetivo é facilitar a vida de todas as pessoas com algum tipo de dificuldade de locomoção, sejam cadeirantes, idosos, gestantes, mães com filhos pequenos e tantas outras limitações físicas e funcionais. Fonte: Revista Apólice
 

Sudeste perde mais de um milhão de beneficiários de planos de saúde

A FenaSaúde lançou hoje (23) uma nova edição do boletim da Saúde Suplementar – Indicadores Econômico-financeiros e de Beneficiários, durante o 2º Fórum de Saúde Suplementar, realizado no Rio de Janeiro.A deterioração no mercado de trabalho e a queda do rendimento das famílias e empresas afetaram negativamente o desempenho do mercado de saúde suplementar, especialmente em relação à aquisição de planos coletivos empresariais. Esse tipo de contratação registrou queda 3,2% em doze meses, passando de 33,2 milhões em setembro de 2015 para 32,1 milhões em setembro de 2016.Segundo as grandes regiões, o Sudeste foi responsável pela perda de mais de um milhão de beneficiários, sendo São Paulo responsável diretamente pela extinção de 549 mil vínculos nos planos de assistência médica, seguido do Rio de Janeiro, com 319 mil.Houve uma perda de 1,5 milhão de beneficiários de planos de assistência médica, com retração de 3,1%, entre setembro de 2015 e setembro de 2016. Nesse período foram fechados cerca de 1,6 milhão de postos de trabalho, com declínio de 4,0%, na mesma base de comparação, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).“Há uma clara relação entre a dinâmica do mercado de trabalho formal e o desenvolvimento do mercado de saúde suplementar. Com a retração das atividades econômicas, houve a queda do número de beneficiários. Os planos coletivos empresariais são responsáveis por 66% dos vínculos”, analisa Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da FenaSaúde.ResiliênciaApesar de manter a trajetória de desaceleração em sintonia com a recessão econômica, o segmento de planos de saúde mostra resiliência, já que a redução do número de beneficiários foi bem menor que a queda do emprego e do PIB, nos últimos doze meses terminados em setembro de 2016. Enquanto os planos de saúde registraram queda de 3,1%, o PIB (Produto Interno Bruto) teve uma retração de 4,6% (dados até junho) e o estoque de empregos, 4,0%.“A crise e o desemprego geram redução no orçamento do consumidor, mas a saúde tende a ser mais resiliente porque a pessoa abre mão, primeiro, de outros serviços e mantém a assistência privada, até quando for possível. A crise também pesa para o empregador, já que o plano de saúde onera e passa ser um benefício caro”, explica.A publicação traz ainda dados do mercado por faixa etária de beneficiários, regiões demográficas, estrutura do mercado de saúde suplementar e indicadores operacionais das empresas do setor, além de informações especificadas das associadas à Federação.FonteRevista Apólice