Dicas de Saúde

MUDE HÁBITOS INVISTA EM SAÚDE

DURMA BEM:
Uma boa noite de sono é o primeiro passo para um dia mais produtivo. Preconiza-se 8 horas de sono.

FAÇA EXERCÍCIOS FÍSICOS:
30 minutos diários de atividade física de forma contínua.

COMA BEM:
A alimentação também in?uência na nossa qualidade de vida, faça
refeições saúdaveis.

Tenha encontros com você mesmo; tenha tempo PARA VOCÊ;

Dê bastante risada: dar boas gargalhadas tem um efeito muito bené?co sobre a nossa saúde mental.
Aprenda a dizer “não”: dizer “não” para situações e pessoas que não nos agradam é muito valioso.
Esteja aberto a novas experiências: a resistência a mudanças leva à estagnação, que é negativa do ponto de vista pessoal e pro?ssional.

VISITE SEU MÉDICO E DENTISTA REGULARMENTE: UMA VEZ POR ANO.

Preste atenção aos sinais do corpo:
• Diga não á obesidade;
• Evite o fumo e a ingestão demasiada de bebidas alcoólicas;
• Não discuide do lazer;
• Controle a pressão arterial;
• Controle o colesterol.

Alongue suas ideias; seja flexível;
otimista; tolerante; faça diariamente
uma higiene mental.


 

Informativo de Saúde - Ergonomia

Ergonomia é a ciência que visa assegurar a melhor adaptação de uma situação de trabalho ao trabalhador e a tarefa que ele realiza. Objetivamente a ergonomia consiste na eficiência e na segurança dos sistemas Homem-Máquina e Homem-Ambiente. POSTO DE TRABALHOConsiste no local de trabalho ocupado por um trabalhador onde desempenha suas tarefas.Um posto de trabalho bem estruturado é imprescindível para prevenir doenças profissionais bem como garantir a produtividade no trabalho. Deve ser adequado ao trabalhador e a tarefa que ele desempenha a fim de ser executado de forma confortável, natural e eficaz. Um posto de trabalho inadequado acarreta no uso de posturas incorretas que, se mantidas, podem ocasionar problemas osteomusculares e dores crônicas no trabalhador.RISCOS ERGONÔMICOS São considerados riscos ergonômicos a incorreta movimentação de cargas, a postura e os movimentos inadequados, os movimentos repetitivos, a pressão mecânica direta sobre os tecidos do corpo, as vibrações e os desconforto do ambiente térmico.CONSEQUÊNCIAS Os riscos ergonômicos podem gerar distúrbios psicológicos e fisiológicos, suscetíveis de provocar sérios danos na saúde do trabalhador e comprometer sua segurança e produtividade.Como exemplos temos cansaço físico, hipertensão, alteração do sono, doenças nervosas e doenças do aparelho digestivo, dentre outras.TIPOS DE ERGONOMIAERGONOMIA FÍSICAEstuda os aspectos físicos da relação entre homem e ambiente. É a ergonomia que envolve fisiologia, anatomia e biomecânica responsável por analisar como a atuação profissional do ser humano interfere no funcionamento de sua musculatura, suas articulações, sua postura e seus movimentos.ERGONOMIA COGNITIVAEstuda os processos cognitivos como, por exemplo, a memória, a atenção, a concentração e o raciocínio. Envolve análises mentais e emocionais relacionadas ao ambiente de trabalho e chega a observar a relação do ser com o estresse, a tomada de decisão, o esforço mental, a satisfação e a motivação.ERGONOMIA ORGANIZACIONALEstuda a forma como o sistema e a organização como um todo interfere na relação do homem com o seu trabalho. Envolve a análise do clima organizacional, da cultura de todos os envolvidos e da empresa, as políticas e os processos dos setores, os modelos de liderança e gestão.
 

Saúde divulga primeiro balanço de casos de Zika

O primeiro boletim epidemiológico com dados registrados do vírus Zika aponta 91.387 casos prováveis da doença em todos os estados brasileiros, até o dia 2 de abril. A taxa de incidência, que considera a proporção de casos, é de 44,7 casos para cada 100 mil habitantes. A transmissão autóctone do vírus no país foi confirmada a partir de abril de 2015, com a confirmação laboratorial no município de Camaçari (BA). O Ministério da Saúde tornou compulsória a notificação dos casos de Zika em fevereiro deste ano. Desde então, estados e municípios vinham preparando seus sistemas de registros para encaminhar estas notificações ao Ministério da Saúde. Antes disso, o monitoramento do vírus Zika era realizado por meio de vigilância sentinela. A região Sudeste teve 35.505 casos prováveis da doença, seguida das regiões Nordeste (30.286); Centro-Oeste (17.504); Norte (6.295) e Sul (1.797). Considerando a proporção de casos por habitantes, a região Centro-Oeste fica à frente, com incidência de 113,4 casos/100 mil habitantes, seguida do Nordeste (53,5); Sudeste (41,4); Norte (36,0); Sul (6,1). GESTANTES – Até o dia 2 de abril, foram registrados 7.584 gestantes com casos suspeitos da doença, sendo que 2.844 casos foram confirmados. Cabe esclarecer que, apesar de estar confirmada a relação do vírus Zika com os casos de microcefalia, não significa que toda mulher infectada pelo vírus durante a gravidez dará à luz um bebê com microcefalia. “Ainda não é possível se ter ideia da proporção de gestantes, infectadas pelo vírus Zika, que terão bebês com microcefalia. Até o momento, o maior número desses casos foi em mulheres que tiveram a doença no primeiro trimestre de gestação.”, explicou o Diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, em entrevista realizada nesta terça-feira (26), no Ministério da Saúde Segundo ele, o mais importante é realização adequada e o acompanhamento do pré-natal para identificar se o bebê irá ou não nascer com algum tipo de malformação. O Ministério da Saúde orienta às gestantes que adotem medidas para reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteção contra a exposição de mosquitos, mantendo portas e janelas fechadas ou teladas, uso de calça e camisa de manga comprida, além de repelentes recomendados para grávidas. DENGUE – O novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde mostra 140 morte óbitos pela doença neste período, contra 427 em 2015. Também houve redução nos casos de dengue grave (66%), que passou de 731 no ano passado para 244 este ano, e nos casos com sinais de alarme (75%), que reduziu de 11.124 para 2.724. Em 2016, até 2 de abril, foram registrados 802.429 casos prováveis de dengue em todo o país. No mesmo período do ano passado, foram 705.231 casos. Neste período, a região Sudeste registrou o maior número de casos prováveis (463.807 casos; 57,8%) em relação ao total do país, seguida das regiões Nordeste (158.235; 19,7%), Centro-Oeste (94.672; 11,8%), Sul (57.282; 7,1%) e Norte (28.433; 3,5%). "A partir do final de fevereiro, já começamos a observar uma redução dos casos semanais. A expectativa é que o número continue caindo, expressando o resultado das nossas ações, que foram intensificadas desde início do ano”, afirmou Cláudio Maierovitch. Ele observou que a tendência é de desaceleração do número de casos nas próximas semanas, visto que o período de maior infestação do mosquito Aedes aegypti é na época de chuvas, entre os meses de dezembro e abril. CHIKUNGUNYA - Até 2 de abril, foram notificados 39.017 casos prováveis de Chikugnunya. Todos os estados do país registraram casos suspeitos da doença. No mesmo período de 2015, foram 7.412 casos. Neste ano, foram registrados 15 óbitos pela doença, que ainda precisam ser investigados com mais detalhadamente, para que seja possível determinar se há outros fatores associados, como doenças prévias, comorbidades, uso de medicamentos, entre outros. A transmissão da Febre Chikungunya foi identificada pela primeira vez no Brasil no ano de 2014. MOBILIZAÇÃO - O Ministério da Saúde tem reunido esforços no combate ao Aedes aegypti, convocando o poder público e a população. O governo federal mobilizou todos os órgãos federais para atuar conjuntamente neste enfrentamento, além da participação dos governos estaduais e municipais. Neste ano, diversas ações foram organizadas em parceria com outros órgãos e entidades, como a mobilização que contou com 220 mil militares das Forças Armadas; a mobilização nas escolas, que marcou o início do ano letivo com instruções aos alunos de como prevenir as doenças transmitidas pelo Aedes; além da faxina promovida pelo Governo Federal com servidores públicos, cujo objetivo foi inspecionar e eliminar possíveis focos do mosquito nos prédios públicos. Além disso, estão em funcionamento 1.094 salas municipais e 27 salas estaduais de controle, que são coordenadas pela Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC), instituída em dezembro do ano passado pelo Governo Federal para organizar e coordenar as estratégias de combate ao Aedes aegypti. Nas duas primeiras semanas de abril, terceiro ciclo da campanha contra o vetor, as equipes de combate ao mosquito Aedes aegypti já alcançaram 8,49 milhões de imóveis brasileiros. Foram 6,9 milhões de domicílios, prédios públicos, comerciais e industriais efetivamente vistoriados, além de 1,5 milhões de estabelecimentos que estavam fechados ou houve a recusa para acesso. Em todo o país, as visitas aos imóveis contam com a participação permanente de 266,2 mil agentes comunitários de saúde e 49,2 mil agentes de controle de endemias, com apoio de aproximadamente 5 mil militares das Forças Armadas. Juntam-se, ainda, profissionais de equipes destacados pelos estados e municípios, como membros da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros. PREVENÇÃO - É importante destacar que, para combater o Aedes aegypti e os possíveis criadouros, é necessária a adoção de uma rotina com medidas simples para eliminar recipientes que possam acumular água parada. Quinze minutos de vistoria são suficientes para manter o ambiente limpo. Pratinhos com vasos de planta, lixeiras, baldes, ralos, calhas, garrafas, pneus e até brinquedos podem ser os vilões e servir de criadouros para as larvas do mosquito. Outras iniciativas de proteção individual também podem complementar a prevenção das doenças, como o uso de repelentes e inseticidas para o ambiente. O Brasil tem um programa permanente de prevenção e controle do mosquito Aedes aegypti, com ações compartilhadas entre União, estados e municípios, durante todo o ano. Além do desenvolvimento de ações de apoio a estados e municípios, responsáveis pela coordenação e execução destas ações, o Ministério da Saúde realiza a aquisição de insumos estratégicos, como inseticidas e kits de diagnósticos, para auxiliar os gestores locais no combate ao mosquito. Os recursos federais destinados ao combate ao mosquito Aedes aegypti cresceram 39% nos últimos anos (2010-2015), passando de R$ 924,1 milhões para R$ 1,29 bilhão neste ano. Para 2016, a previsão é de um incremento de R$ 580 milhões, uma vez que o valor chegará a R$ 1,87 bilhão. Além disso, foi aprovado no orçamento um adicional de R$ 500 milhões para o combate ao Aedes. Fonte: Ministério da Saúde
 

13 de Dezembro • Dia do Deficiente Visual

O QUE É DEFICIÊNCIA VISUAL?A deficiência visual é definida como a perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da visão.O nível de acuidade visual pode variar, o que determina dois grupos de deficiência:Cegueira • há perda total da visão ou pouquíssima capacidade de enxergar.Baixa visão • caracteriza-se pelo comprometimento do funcionamento visual dos olhos, mesmo após tratamento ou correção. 7 Dicas de como agir ao encontrar pessoas com deficiência visual:1. Identifique-se e faça-o perceber que você está falando com ele.2. Pergunte se gostaria de ajuda3. Para guia-lo, espere que ele segure no seu braço; o deficiente visual irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando.4. Para senta-lo, guie até a cadeira e coloque a mão dele no braço ou no encosto da cadeira, e deixe que a pessoa sente-se sozinha.5. Fique a vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”. Nem você nem o deficiente visual podem evitá-las, já que não existem outras para substitui-las.6. Por mais tentador que seja acariciar um cão-guia, lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de guiar um dono que não enxerga. O cão nunca deve ser distraído do seu dever de guia.7. Quando for embora, avise-o. A avaliação oftalmológica é importante e deve ser feita anualmente pois permite a detecção de problemas visuais, o diagnóstico e a indicação do tratamento adequado para a garantia da saúde ocular.