Doenças Respiratórias

RESFRIADO

Também chamada de Rinofaringite,é uma infecção viral comum no nariz e na garganta. Geralmente, os sintomas do resfriado ocorrem dois ou três dias após o contato com o vírus, e costumam durar em torno de 3 ou 4 dias, a não ser em fumantes, que podem ter um resfriado por entre 7 a 10 dias.

Os sinais mais comuns do resfriado são:

• Congestão nasal
• Corrimento nasal claro como água
• Garganta irritada e com dor
• Espirros
• Febre, que pode ocorrer em crianças pequenas, geralmente baixa
• Adultos e as crianças maiores não tem febre.

GRIPES
Também causada por vírus, a gripe é uma infecção mais grave do que o resfriado. Provoca dores musculares, tosse, corrimento nasal, dor de garganta, febre alta e inflamação nas passagens respiratórias.

LARINGITE
Inflamação da laringe, geralmente causada por vírus ou bactérias. Os sintomas são febres baixa ou moderada, rouquidão, tosse seca, e dor de garganta.

ASMA
Doença pulmonar cujos sintomas são chiados e dificuldades para respirar. Geralmente ocorre um estreitamento das vias respiratórias decorrente da exposição ao fumo, poluentes, ar muito frio e etc.

BRONQUITES
Infecção aguda dos brônquios, com maior incidência no inverno. Os sintomas são tosse persistente com expectoração de catarro.

PNEUNOMIA
Doença aguda que pode atingir um ou ambos os pulmões, que ficam inflamados. Causa febre, dificuldade para respirar, tosse com expectoração de catarros, dores no peito, palidez e comprometimento do estado geral.


 

Fraudes e desperdício consomem quase R$ 22,5 bilhões das despesas da saúde suplementar do Brasil, aponta IESS.

Trabalho inédito produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) estima que cerca de R$ 22,5 bilhões dos gastos das operadoras de planos de saúde do País com contas hospitalares e exames, em 2015, foram gerados indevidamente, decorrendo de fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários. Isso representa 19% do total das despesas assistenciais realizadas pelas operadoras de planos de saúde. A projeção é baseada em estudos técnicos a partir da revisão bibliográfica de trabalhos internacionais e brasileiros sobre o tema, em um esforço do IESS para dimensionar o impacto das fraudes no sistema de saúde suplementar do Brasil e apontar experiências bem-sucedidas no combate às práticas inadequadas nesse setor. A íntegra do estudo está disponível em https://pt.scribd.com/document/341069405/php3BB7-tmp#fullscreen&from_embed “As despesas assistenciais das operadoras médico-hospitalares somaram R$ 117,24 bilhões, em 2015. Portanto, os gastos de R$ 22,5 bilhões com fraudes e desperdícios significam quase 19% desses gastos e foram consumidos por fraudes e desperdícios, algo que compromete fortemente as finanças das operadoras e onera quem contrata um plano de saúde”, analisa Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS. No estudo o IESS identificou que de 12% a 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e de 25% a 40% dos exames laboratoriais não são necessários. Observa, ainda, com base em relatório da Controladoria Geral da União (CGU), que o problema também é de grandes proporções no sistema público de saúde: entre 2002 e 2015, foram detectadas irregularidades de desvio de dinheiro em aproximadamente R$ 5,04 bilhões, o que equivaleu a 27,3% do total de irregularidades em todas as áreas do governo. Embora ressalve que a corrupção e a fraude são difíceis de serem detectadas na área da saúde – uma vez que a cadeia produtiva desse setor contempla diversos segmentos e particularidades em cada um deles, inclusive com distinção entre os sistemas públicos e privados –, o estudo aponta que, na saúde privada, as principais formas de abuso se concentram em tratamentos excessivos e desnecessários ou baixa qualidade no atendimento; comercialização inadequada de medicamentos e de dispositivos médicos e sonegação de tributos. No Brasil, falta transparência nos sistemas de precificação de insumos e serviços de saúde e também no modelo de pagamento por serviços prestados na saúde, o que inviabiliza a comparação e o controle de custos nas distintas etapas que envolvem o atendimento ao paciente e abrem espaço para práticas inadequadas, como atos de corrupção. Isso acontece principalmente por causa do modelo recorrentemente usado para pagamentos de serviços de saúde, a chamada “conta aberta” (ou fee-for-service). Nesse caso, a conta de serviços absorve todos custos, insumos, procedimentos e usos dos equipamentos, mesmo quando há falhas e desperdícios e, até mesmo, corrupção. Um dos requisitos para combater tais práticas nocivas ao setor seria modernizar os sistemas de pagamento, por meio da premiação à eficiência e o melhor desfecho clínico ao paciente, e punindo o desperdício e a contratação de exames desnecessários, assim como reinternações ou agravamento dos quadros clínicos causados por falhas assistenciais. “O modelo brasileiro de remuneração de serviços de saúde está mais de 30 anos atrasado em relação aos outros países. É fundamental que avancemos em um padrão de transparência de informações, permitindo comparações baseadas em indicadores de qualidade e segurança assistencial dos pacientes, e também sobre as relações entre os envolvidos no setor, identificando os conflitos de interesse e práticas abusivas. Só assim será possível ter um sistema mais eficiente e que onere menos as operadoras e quem contrata um plano de saúde”, avalia Luiz Augusto Carneiro.  
 

Dia Internacional do Câncer

No dia 04 de fevereiro é celebrado Dia Mundial do Câncer. A data foi criada pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC) para reforçar a importância de adoção de hábitos saudáveis, atitudes de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento, fundamentais para o controle da doença.O diagnóstico precoce salva vidasO diagnóstico de câncer nem sempre é fácil. Porém, quanto mais cedo for descoberto o câncer, maior é a chance de cura para o paciente. Por isso, é importante que profissionais da saúde e todos os cidadãos saibam sobre a necessidade da detecção precoce no tratamento da doença. É importante manter a frequência regular dos exames de rotina e, caso identifiquem algum sinal diferente, deve-se procurar um médico para obter uma avaliação técnica.Escolha um estilo de vida saudávelAtravés de um estilo de vida saudável é possível reduzir, em mais de 1/3 o risco de desenvolver diversas doenças, dentre elas, o câncer. Não fumar, manter-se fisicamente ativo e consumir alimentos e bebidas saudáveis são atitudes que fazem a diferença.Crie ambientes saudáveisAtravés de estímulos a adoção de medidas que motivam a prática de hábitos saudáveis em nossas rotinas, podemos transformar escolas e locais de trabalho em ambientes saudáveis. Como? Com refeições nutritivas e ensino prático sobre alimentação saudável, tempo para recreação e prática de esportes. Ambientes saudáveis são importantes aliados na prevenção do câncer!#diamundialdocancer #junteseanós #nóspodemoseuposso
 

Dia Mundial do Doador de Sangue.

14 de junhoVocê salva vidas.• Somente 1,8% da população brasileiradoa sangue, número bem abaixoda meta da OMS que é de 3%.• Apenas 1 bolsa de sangue pode salvar 4 vidas.• No Brasil, 3,5 milhões de pessoas realizam transfusões sanguíneas por ano.Requisitos para doarApresentar documento original com foto recente, que permita a identificação do candidato, emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho, entre outros). • Estar em boas condições de saúde. • Ter entre 16 e 69 anos. • Pesar no mínimo 50kg.Para doar sangue você não deve:Ter doenças transmissíveis pelo sangue (AIDS e Hepatite);Ser usuário de drogas injetáveis e inalatórias;Praticar sexo não seguro ou ter vários parceiros sexuais.Qual o intervalo entre as doações?Homens podem doar a cada 2 meses, até no máximo 4 vezes no período de 12 meses;Mulheres podem doar a cada 3 meses, até no máximo 3 vezes no período de 12 meses.O dia 14 de Junho foi determinado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), para sensibilizar as pessoas e lembrá-las da importância da doação de sangue, um gesto que pode salvar vidas.