HIV/DST

As doenças sexualmente transmissíveis (HIV/AIDS) não representam riscos durante as relações sexuais desde que você se proteja com o uso do preservativo, em qualquer tipo de relação sexual.

Assim pega!
  • Relações sexuais (vaginal, oral, anal) sem o uso correto da camisinha;
  • Na transfusão de sangue (ou derivados) contaminados;
  • No uso de instrumentos contaminados que furam ou cortam e que não sejam esterilizados;
  • Uso de drogas injetáveis, utilizando a mesma agulha ou seringa de alguém infectado;
  • Leite Materno através da amamentação, (com mãe infectada).

Assim não pega!
  • Relação sexual com uso correto de camisinha;
  • Beijos na boca ou no rosto; Contato com suor ou lágrimas;
  • Picada de inseto; Talheres ou copos;
  • Aperto de mão ou abraço; Assento de ônibus;
  • Piscina ou banheiro; Sabonetes, toalhas ou lençóis.
  • Doação de sangue.

Neste carnaval não esqueça de usar preservativo. Previna-se!
 

Seguro prestamista: dívida quitada a baixo custo. Faça o seu seguro com a APR!

Em tempos de dinheiro curto e risco de desemprego pairando sobre a maioria dos brasileiros, o seguro prestamista começa a ser visto como a salvação para muitos consumidores. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), nos primeiros seis meses deste ano, houve um aumento de 23% no número de sinistros, totalizando mais de 663 mil pessoas que precisaram acionar o serviço. O seguro prestamista garante a quitação de uma dívida em casos de morte, invalidez ou desemprego involuntário. É bom para ambos os lados, uma vez que o consumidor salda seus débitos e as instituições de crédito transferem o risco de suas atividades para uma seguradora. Neste caso, o primeiro beneficiário do seguro prestamista, até o limite da dívida, será sempre a empresa credora. “Para o cidadão, fica a tranquilidade de ter seus débitos quitados, caso aconteça algum imprevisto. Estamos falando de uma ferramenta importante contra a inadimplência e uma injeção de capital na contabilidade das empresas, que não sofrem tanto em tempos de crise”, comenta Armando Vergilio, presidente da Federação nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor). Segundo o executivo, para quem não tem patrimônio, esse seguro é comparado a uma proteção social, pois o seu objetivo é evitar a perda de um bem adquirido. São áreas de cobertura do seguro prestamista os empréstimos junto a financeiras e bancos; dividas de cheque especial de bancos; cartão de crédito (para cobrir o saldo do cartão); consórcios; financiamentos de bens (imóveis, veículos, eletrodomésticos, etc.); e até mesmo empréstimos com pagamento consignado em folha. “Quando a pessoa perde o emprego, fica doente ou em caso de morte, esta proteção se estende a ele ou às suas famílias. E é barato, sendo mais um motivo de adesão do consumidor de baixo poder aquisitivo”, analisa ele. O prêmio pago pelo contratante varia de acordo com o valor do bem, o prazo do financiamento e a proteção pretendida. Há diferenças entre os seguros para uma televisão e para uma moto, por exemplo. O prazo de pagamento da dívida também conta, assim como a idade do segurado. Mas como é um seguro de vida em grupo, ou seja, contratado para vários clientes, é possível ter um custo bastante reduzido por cliente. Segundo o Portal Tudo sobre Seguros, da Escola Nacional de Seguros, um bom exemplo deste tipo de apólice seria um empréstimo de R$ 5 mil, para o qual foi contratado um seguro prestamista. Caso se concretize um dos riscos previstos na apólice, a dívida será quitada. Em outras palavras, não haverá indenização para outro beneficiário, porque o primeiro beneficiário será sempre a instituição financeira ou a empresa que concedeu o crédito ou empréstimo. Em outro caso, com proteção ampliada seria um empréstimo de R$ 5 mil com um seguro prestamista de cobertura para um capital de R$ 15 mil. Em caso de sinistro previsto na apólice, a dívida será quitada com o credor e o saldo da indenização (R$ 10 mil) será pago ao beneficiário indicado na apólice. Opção para pessoas jurídicas A adesão ao seguro prestamista também vem crescendo entre as micro e pequenas empresas. Isso porque este tipo de empreendimento tem, em sua maioria, até dois sócios e, em caso de morte de algum deles, é um fator de enorme impacto negativo. Em caso de seguro, quando há dívidas contraídas, a indenização garante a continuidade do negócio, evitando pedidos de falência. Fonte: Revista Apólice
 

Soluções para enfrentar a crise na saúde

A discussão em torno do impacto da crise para o sistema de saúde envolve vários setores da sociedade. Por essa razão, a Proteste Associação de Consumidores realizou, no dia 30 de agosto, em São Paulo, o XIV Seminário Internacional Proteste de Defesa do Consumidor, que reuniu especialistas do Brasil e do exterior para debater os impactos para o setor de saúde suplementar e para o SUS. As ações do setor regulado para superar a crise foram apresentadas por Sandro Leal, superintendente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). De acordo com Leal, emprego e renda são os principais combustíveis do mercado de saúde suplementar e o atual cenário econômico motivou a saída de 1,7 milhão de beneficiários, nos últimos doze meses. “A saúde suplementar desacelerou em sintonia com a retração da atividade econômica”, analisou. Segundo Sandro, essa situação é preocupante, porque a saúde suplementar segue as regras do mutualismo, que tem como princípio a solidariedade entre pessoas com um interesse em comum.  “Para viabilizar o acesso aos serviços, os interessados se associam em uma carteira de beneficiários, contribuindo para um fundo comum, administrado pelas operadoras de planos de saúde”, explicou. “Com a crise, o cobertor ficou menor. Com menos beneficiário, tem menos gente para dividir”. Para o superintendente da FenaSaúde, o momento exige novas regulações com critérios de custo/benefício para que sejam avaliados os impactos regulatórios previamente à edição de novas regras. Em sua avaliação, uma das saídas para contornar a crise econômica é o desenvolvimento de novos produtos, como planos com coparticipação,  franquia, acumulação e desenho de produtos mais acessíveis. Leal também defende o controle de custos, a redução de desperdícios e a coibição de fraudes. Planos individuais – Durante o evento, foi apresentada a pesquisa Proteste com usuários de planos individuais. De acordo com o levantamento, 61% dos entrevistados já tentaram contratar um plano de saúde nos últimos dois anos; 49,6 % têm pré-disposição de readquirir e 81% não encontraram dificuldade para contratar o plano. A pesquisa foi realizada em julho em todo o Brasil. O seminário ainda debateu o panorama da saúde e seus reflexos para o consumidor, que contou com a participação de Paulo Furquim, coordenador do Centro de Estudos em Negócios do Instituto de Pesquisa (Insper); e José Antônio Sestelo, pesquisador do Grupo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Também participaram das discussões a jornalista Luciana Casemiro, responsável pela Coluna de Defesa do Consumidor do jornal O Globo; Kenys Menezes Machado, superintendente adjunto do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade); José Luiz Bonamigo Filho, primeiro tesoureiro da AMB; Lígia Bahia, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro; e José Carlos de Souza Abrahão, presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); e Maria Inês Dolci, coordenadora Institucional da PROTESTE, que encerrou o evento. A.C. Revista Apólice
 

Segurados estão dispostos a compartilhar dados por serviços personalizados

É tempo dos seguradores levarem a customização de produtos mais a sério. Em todas as indústrias, a experiência do cliente está começando a se tornar altamente personalizada tanto que muitos desses consumidores não darão a mínima atenção a marcas que não ofereçam produtos desenhados às suas necessidades e situações específicas. A busca dos seguradores por entregar esses produtos personalizados precisa estar baseada em mais domínio sobre os comportamentos e ações dos consumidores, utilizando esse conhecimento para oferecer interações mais frequentes e com mais valor agregado.  Uma pesquisa realizada pela empresa Accenture indica que 80% dos clientes de seguros estão procurando por ofertas personalizadas, preço competitivo e recomendações dos seus fornecedores de seguros, seja de carro, de casa ou de vida, e outros 77% estão dispostos a fornecer dados de uso e comportamento em troca de prêmios mais baratos, sinistros pagos mais depressa ou recomendações personalizadas de coberturas. Gigantes varejistas e digitais, como Google e Walmart, já estão à frente, coletando vasta quantidade de dados de consumidores por meio de smartphones, redes domésticas, programas de fidelidade e a maneira como eles administram a vida pessoal e as posses, suas casas e carros e em qual estágio da vida eles se encontram no momento. Em comparação, menos de 22% dos seguradores lançaram serviços personalizados e em tempo-real nos dispositivos portáteis. Adotando uma nova mentalidade Hoje em dia, seguradores estão sendo prejudicados pelo fato de que a indústria tem, tradicionalmente, mantido uma baixa frequência de interação com os consumidores. A cultura orientada para a produtos, a dependência de parceiros de distribuição independentes, as estruturas organizacionais complexas e a tecnologias obsoletas são outros fatores que também aumentam esses desafios. Seguradores que se propõem em fornecer uma experiência superior ao seu cliente precisam migrar de uma mentalidade de transação para uma mentalidade de relacionamento. É necessário que eles pensem para além dos produtos e serviços que já estão relacionados com o mercado de seguros. Para além do arranjo limitado de processos de interação com os clientes, como contas, pagamentos, renovações, e sinistros. Ao invés disso, eles devem olhar para os problemas maiores, como ajudar os clientes a viver o estilo de vida que desejam, prevenir perdas, ou tomar as medidas necessárias para melhorar o seu bem-estar financeiro. Fazendo isso, eles mudarão a percepção do cliente e levarão crescimento a novos produtos e categorias de serviços. Capitalizando a personalização do cliente Para aproveitar as oportunidades que grandes personalizações possibilitam, os seguradores precisam começar formulando e implementando uma estratégia com clientes acessíveis. Capacidade de análise avançada possibilitará aos seguradores criar microsegmentos precisos e acionáveis e modelos de propensão com base na demografia, estágio de vida, necessidades e comportamentos. A partir disso, seguradores podem identificar oportunidades em segmentos específicos para personalizar ofertas, mensagens, precificação e recomendações para cada cliente individualmente por meio de localização geográfica, web, mobile e canais de atendimento. Seguradores vão precisar se certificar que seus processos de marketing, ferramentas, organização e canais de relacionamento, mesmo aumentando os custos, permitirão que as mensagens necessárias sejam entregues mais personalizadas. Seguradoras líderes de mercado estão começando a fazer essa aproximação para entregar níveis de personalização mais elevados. Um fornecedor de seguros de grande porte, por exemplo, trabalha para combinar os perfis de transações passadas e atuais e o conteúdo das mídias sociais para criar uma experiência única e customizada. Há também aqueles que já estão desenvolvendo os microsegmentos, que deverão ajudar a melhorar os retornos nas taxas de retenção de clientes e campanhas e ofertas cross-selling.