Ataques terroristas são cobertos pelo seguro viagem?

No último sábado, 3, a cidade de Londres passou por dois ataques terroristas seguidos. Primeiro, um homem atropelou pedestres na Ponte de Londres, um dos locais mais famosos da cidade; o outro atentado ocorreu Borough Market, mercado próximo da ponte, onde pessoas foram esfaqueadas. Ao todo, oito pessoas morreram e pelo menos 48 foram levadas ao hospital. O país já havia sofrido outro ataque recentemente. Em 22 de maio, terroristas soltaram bombas no show da cantora Ariana Grande, em Manchester, deixando 22 pessoas mortas e 64 feridas. Em um mundo no qual ataques terroristas têm sido recorrentes, os viajantes estão se tornando mais atentos sobre as coberturas que contratam. Nem todos eles consideram o destino escolhido como um alvo para terroristas, mas o aumento de investidas contra os chamados “soft targets“ – que iriam além dos principais países ameaçados – fazem essa cobertura ainda mais necessária. O que considerar quando procurar por coberturas contra terrorismo?   Coberturas para terrorismo não são criadas da mesma maneira em todos os planos. Infelizmente, não há um padrão quando se fala de coberturas de viagem e isso inclui as cláusulas de terrorismo. A principal diferença entre coberturas será o tempo entre o ataque e a data de partida. Isso definirá, inclusive, se será permitido cancelar a viagem e ter o reembolso. Cada apólice especificará quantos dias antes de sua chegada ao destino a ameaça ainda interfere. Alguns planos, por exemplo podem ser dentro de 30 dias.   Nem todos os destinos terão a cobertura. Todas as apólices tem suas próprias exclusões dentro de cada tipo de benefícios. Quando se olha para os detalhes de uma cobertura contra terrorismo, ela pode incluir o destino de viagem. Outros podem incluir – ou excluir- uma cidade em um país de destino, ou o plano pode estender – ou limitar – coberturas fora das maiores cidades.   Tempo importa. O tempo é importante se há algum incidente terrorista como notado abaixo, e também numa relação com quando você comprou o plano. Se você comprou o seu seguro viagem após um ataque e houver outro incidente alguns dias depois ele pode não estar coberto se os dois acontecimentos estiverem ligados de alguma maneira. O mais importante é comprar o seguro viagem assim que separar o orçamento; isso abrirá uma possibilidade maior de coberturas possíveis.   Desistência Você não pode cancelar sua viagem e pedir reembolso por medo. A menos que você tenha contratado a cobertura de cancelamento por qualquer razão. A cobertura para que seja possível cancelar a viagem e pedir reembolso por qualquer motivo deve ser contratada a parte. Para poder fazer isso, é preciso uma análise do caso pela companhia – para ver se o tipo de viajante compensa o risco – e um pagamento extra pela cobertura. Além disso, a viagem também só pode ser cancelada de 72 horas a 48 horas antes da partida.   Fonte: Revista Apólice
 

Seguro D&O tem novas regras, divulgadas hoje pela Susep

Foi publicada a Circular Susep 553, de 23 de maio de 2017, que estabelece diretrizes gerais aplicáveis aos seguros de responsabilidade civil de diretores e administradores de pessoas jurídicas (seguro de RC D&O), e dá outras providências. Segundo a Susep, os planos atualmente em comercialização, que estejam em desacordo com as disposições da nova circular, deverão ser substituídos e adaptados às novas regras, mediante a abertura de novo processo administrativo. Depois de muitas reuniões, das quais participaram além dos players do mercado, instituições como Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca) e Ordem dos Advogados (OAB), a Susep entendeu que seria necessário discutir melhor as mudanças. Juntos, todos buscaram lapidar as regras do produto. Até então, o que prevalecia no mercado era uma apólice na base “all-risks”. Isso significa que tudo aquilo que não está descrito explicitamente no contrato como coberturas excluídas ou ações excluídas é passível de cobertura. Só que com a explosão das denúncias da Lava Jato e a recessão da economia, tudo começou a ser questionado, e a Susep passou a apólice de “all risks” para “riscos nomeados”, determinando as coberturas. A Lava Jato só agilizou os ajustes das regras, aumentou a demanda pelo produto ao trazer mais consciência da exposição dos administradores aos riscos de uma economia em baixa e elevou os investimentos das empresas em compliance. Boa parte das sugestões solicitadas pelas seguradoras foi atendida para que o produto esteja disponível para o público, tanto empresas como pessoas físicas. Em 2016 a carteira manteve um crescimento baixo, em torno de 1,5%, com prêmio direto de R$ 373 milhões. Para ler a circular na íntegra, Clique aqui. 
 

Governo autoriza reajuste de até 13,55% em planos de saúde individuais

Os 8,2 milhões de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar individuais e familiares poderão ter suas mensalidades reajustados em até 13,55%. O índice fixado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira e pode ser aplicado entre maio de 2017 e abril de 2018, sendo válido para os planos de saúde contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98, que representam 17,2% do total de 47,5 milhões de usuários pela saúde suplementar no Brasil. O reajuste é mais do que o triplo da inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA). No acumulado em 12 meses, o IPCA atingiu em abril o menor nível em dez anos, 4,08%.
 

Saúde passa a ser principal ramo de seguros

A liderança de vendas do mercado de seguros, sempre creditada ao seguro automóvel, passou a ser do ramo de saúde. Enquanto auto faturou R$ 32,6 bilhões em 2016, com queda de 2%, o setor de saúde marcou R$ 36 bilhões, com crescimento de 11%, mudando o perfil do mercado no Brasil. Os dados foram divulgados pelo Ranking das Seguradoras 2016, publicação anual do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP). “Os números de 2016 atestam a capacidade de inovação e dinamismo do setor, aliada à nossa força de trabalho, tanto dos seguradores, quanto dos corretores, o que nos leva a acreditar em um 2017 melhor em resultados e evolução”, diz o presidente da entidade, Alexandre Camillo. O estudo, produzido pelo economista Francisco Galiza, reúne dados oficiais da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “Em 2006, o ramo de automóvel detinha 30% do setor e hoje está com 25%. Enquanto que saúde passou de 21% para 27% nos últimos dez anos”, pontua Galiza. O material revela a posição das companhias nos principais ramos de seguros, para orientar os corretores de seguros e o mercado sobre os caminhos do setor. No ranking geral, a liderança coube ao grupo Bradesco, com quase 25% do setor, seguido dos grupos SulAmérica e BB Mapfre. No ramo Automóvel, o faturamento total (sem o DPVAT) foi de R$ 32,6 bilhões, com queda de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. No ramo Patrimonial, a receita total foi de quase R$ 13 bilhões, com alta de 3%. O ramo Pessoas teve faturamento de R$ 34,2 bilhões, com variação positiva de 3%. Já no ramo Riscos Financeiros, a receita foi de R$ 3,1 bilhões, com variação de mais de 10%. Na seara de Transportes, a receita foi de R$ 3 bilhões, com alta de 6%. Em Saúde, a receita foi de R$ 36 bilhões, com variação de, aproximadamente, 11%. Nos demais ramos, a receita do segmento foi de R$ 10,3 bilhões, com variação de 9% em relação a 2016. Fonte: Revista Apólice
 

CANCELAMENTO DE PLANO DE SAÚDE: ENTENDA O QUE MUDA COM A RN 412

As novas regras que regulamentam o cancelamento de planos de saúde começam a valer a partir de hoje (10/05/17). Segundo a ANS a Resolução 412 se aplica a todos os planos contratados após 1º de janeiro de 1999 ou sob a lei 9.656/98. Publicada em novembro do ano passado, a resolução cria regras específicas para quando o cliente deseja cancelar seu contrato com a operadora, seja ele individual, familiar ou coletivo (empresarial ou por adesão). A norma  vai exigir que a ANS fiscalize e acompanhe o cumprimento destas garantias pelas operadoras, ficando as mesmas sujeitas a uma multa de R$ 30 mil. A nova regra beneficia o consumidor em três pontos principais: 1) o cancelamento imediato do plano, 2) a exclusão do titular do plano familiar, 3) a possibilidade de cancelar o contrato mesmo em caso de inadimplência. A única questão que não mudou foi a da multa pelo cancelamento do contrato nos primeiros 12 meses do plano, por quebra contratual se ela estiver prevista no contrato. Veja abaixo os principais pontos da resolução 412: Cancelamento imediato do plano Como era: anteriormente, os consumidores aguardavam um prazo de aviso prévio de cerca de 30 dias para poder deixar o plano de saúde. Como fica: com a resolução, o pedido de cancelamento feito pelo beneficiário tem efeito imediato e ele já deixa de ter obrigações com a operadora. Exclusão do titular no plano familiar Como era: geralmente, as operadoras estipulavam que se o titular de um plano familiar quisesse sair, todos os beneficiários perdiam o plano. Como fica: Se o titular quiser deixar o plano familiar, os dependentes continuam com o direito de permanecer nessa apólice com as mesmas condições contratuais. Cancelamento em caso de inadimplência Como era: o beneficiário que deixou de pagar as prestações do plano muitas vezes ficava impedido pela operadora de cancelar o plano e procurar outro de valor mais baixo. Como fica: o consumidor pode cancelar o plano e contratar outro mesmo inadimplente e pode negociar os valores em atraso posteriormente com a operadora. Comprovante de cancelamento Como era: não existia a obrigação de fornecer um comprovante de cancelamento do contrato. Como fica: a operadora será obrigada a fornecer um comprovante do pedido de cancelamento ou de exclusão do beneficiário em até 10 dias úteis. Este documento deve informar eventuais cobranças de serviços e dúvidas do cliente.” A partir desse momento, o plano de saúde estará cancelado para o titular e seus dependentes”, diz a ANS. Clique aqui e acesse a RN 412 na íntegra.  Fonte: ANS
 

Roubos e furtos de celulares crescem 64,4% em um ano

Os roubos e furtos de celulares segurados em todo o país tiveram um aumento de 64,6% entre 2015 e 2016. Os dados foram levantados pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) com base nas informações fornecidas por suas filiadas.De acordo com os dados das seguradoras, a região que apresentou maior aumento de ocorrências no período foi o Nordeste com 106,8%, seguida da Região Sul, com 73,6% e a Região Sudeste, em terceiro, com aumento de 63%.A região Nordeste foi também a que apresentou maior aumento no número de aparelhos segurados passando de 265.415 celulares, em 2015, para 480.237, em 2016, representando um crescimento de 81%. Esse aumento explica, em parte, o maior crescimento de roubo e furto de celulares na região.O segundo maior aumento de apólices foi registrado na região Sudeste, que passou de 1.056.044 aparelhos, em 2015, para 1.456.059, em 2016, com aumento de 37,8%.O terceiro maior crescimento de aparelhos segurados foi na região Sul, com 161.996 celulares, em 2015, contra 220.577, em 2016.A FenSeg ressalta que o levantamento feito leva em conta apenas celulares que tinham seguro contra roubo e furto. A amostragem, no entanto, serve como parâmetro para o crescimento desses crimes em todo o país. Os roubos e furtos de celulares segurados em 2015 totalizou 118.135 aparelhos e em 2016 foram 194.523 aparelhos. O total de aparelhos segurados nos dois períodos são 1.964.406 e 2.558.713, respectivamente.Na APR Seguros você encontra as melhores condições para o seguro do seu smartphone. Entre em contato e solicite o seu orçamento! Fonte: Revista Apólice
 < 1 2 3 4 >