Informativo da Saúde • Dezembro Vermelho

O QUE É HIV/AIDS?

A AIDS é uma doença infecciosa, transmitida pelo vírus HIV. Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde, do Ministério da Saúde e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a cada 15 minutos uma pessoa se infecta com o vírus no Brasil e sete pessoas morrem por dia em São Paulo.

“Um dos motivos de ter aumentado o número de pessoas infectadas com o vírus do HIV/AIDS é o hábito de não usar camisinha.”

HIV é mais presente entre os jovens e contágio por ato sexual predomina.

Assim pega
– Sexo vaginal sem camisinha;
– Sexo anal sem camisinha;
– Sexo oral sem camisinha;
– Uso de seringa por mais de uma pessoa;
– Transfusão de sangue contaminado;
– Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação;
– Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

O uso da camisinha nas relações sexuais continua sendo o método mais seguro.

Assim não pega
– Sexo desde que se use corretamente a camisinha;
– Masturbação a dois;
– Beijo no rosto ou na boca;
– Suor e lágrima;
– Picada de inseto;
– Aperto de mão ou abraço;
– Sabonete/toalha/lençóis;
– Talheres/copos;
– Assento de ônibus;
– Piscina;
– Banheiro;
– Doação de sangue
– Pelo ar.

Como receber o tratamento

Quem precisa de orientação ou quer esclarecer dúvidas sobre AIDS e outras DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) pode ligar no 0800 162550, serviço telefônico gratuito da Secretaria de Estado da Saúde.

O canal gratuito de escuta traz acesso à informação, orientação e aconselhamento sobre práticas de sexo seguro, serviços especializados para realização de teste anti-HIV e instituições governamentais e não governamentais que atuam na defesa dos direitos dos portadores de DST/HIV/AIDS.

Quanto antes a pessoa descobrir ser portadora do HIV, mais chances de sucesso terá o tratamento. Por outro lado, 260 mil pessoas sabem que têm o vírus, mas não estão fazendo o tratamento correspondente. Enquanto no mundo o número de casos caiu 11%, no Brasil houve aumento de 3%. A estimativa é que 827 mil pessoas estão vivendo com o vírus HIV no Brasil.

As campanhas atuais buscam não apenas a conscientização das pessoas, mas combater o preconceito, incentivar o diagnóstico e a necessidade de tratamento.

 


 

Dia Nacional de luta da Pessoa com Deficiência

21 de setembroEsta data foi criada com o objetivo de conscientizar sobre a importância do desenvolvimento de meios de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade.A criação do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência foi uma iniciativa do Movimento pelos Direitos das Pessoas Deficientes – MDPD, grupo que debate propostas de transformações sociais em prol das pessoas com deficiência desde 1979.Oficialmente, esta data foi criada a partir do decreto de lei nº 11.133, de 14 de julho de 2005, mas já era celebrada a nível extraoficial desde 1982.O preconceito e a inacessibilidade pública também são dois pontos centrais a serem debatidos durante esta data, e que são responsáveis por dificultar a vida dessas pessoas.Pessoa com deficiência é a aquela que possui alguma limitação para o desenvolvimento de uma determinada atividade, se enquadrando nas seguintes categorias. • deficiência física;• deficiência visual;• deficiência auditiva;• deficiência mental;• deficiência múltipla;Quando comemoramos esse dia não podemos esquecer as principais conquistas da pessoa com deficiência.ACESSIBILIDADEUtilização com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços públicos ou coletivos.INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA A inclusão de pessoas com deficiência é fundamental para as organizações, tanto pela responsabilidade social quanto pela aprendizagem da equipe e por respeito a esse público.A ATENÇÃO INTEGRAL PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIACompreende ações de promoção, prevenção, assistência, reabilitação e manutenção da saúde.
 

Seguro com assistências exclusivas para automóveis Premium

Apesar da indústria automotiva ter registrado, em 2015, quedas nos índices de vendas de veículos novos, pesquisas indicam que as marcas premium tiveram, em média, um crescimento de 20% em relação a 2014, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Com foco neste segmento, a Liberty Seguros oferece para automóveis novos ou seminovos com valores a partir de R$200 mil o seguro Auto Exclusivo, um produto que oferece uma série de coberturas especiais. Entre as assistências oferecidas estão serviços emergenciais, mesmo se o segurado estiver em outro veículo, cobertura da blindagem e dos aparelhos de som e imagem, canal de atendimento exclusivo, guincho sem limite de quilometragem e carro reserva no padrão luxo em caso de pane ou quando o conserto do veículo segurado demorar mais de três dias. O seguro também oferece o atendimento de concierge, com orientação sobre reservas em hotéis e restaurantes, dados sobre empresas turísticas e agências de viagens, duração e escalas de voos, movimentação da bolsa de valores, cotação de moedas e acionamento de serviço de courier. “É um produto feito especialmente para pessoas que valorizam os detalhes e buscam assistências e coberturas diferenciadas que garantem um atendimento excepcional”, diz Mario Cavalcante, diretor de Seguro Auto e Residência da companhia. Fonte: Revista Apólice
 

Longevidade impõe aos brasileiros a necessidade de poupar desde já

O aumento da expectativa de vida dos brasileiros, combinado com o decréscimo da taxa de natalidade nas últimas décadas traz à sociedade no presente uma questão premente: a de se preparar desde já para enfrentar a longevidade. O tema foi analisado pelo presidente do Conselho de Administração da Mongeral Aegon Seguros e Previdência, Nilton Molina, em almoço do CVG-SP realizado dia 16 de junho, no Terraço Itália. Ele chamou a atenção para o rápidoenvelhecimento da população. Nos últimos 50 anos, os brasileiros ganharam em torno de mais 30 anos de vida. A notícia seria ótima não fosse outro fenômeno ocorrido no mesmo período: a queda da taxa de natalidade, que era de 6 filhos por mulher em 1960 e caiu para cerca de 1,78 até 2012. Significa, segundo Molina, que a população está abaixo da taxa de reposição, que é de 2 filhos por mulher. Diante desse quadro, a primeira constatação é que o Brasil deixou de ser um país de jovens. Em 2000, havia cerca de 14,5 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, que representavam 8,6% da população, enquanto a média mundial era de 9,9%. Em 2030, ou seja, em apenas 30 anos, os idosos deverão somar 41,5 milhões, o que representará 18,6% da população, percentual maior que a média mundial estimada em 16,5%. “Portanto, seremos um país mais velho que a média mundial”, disse. Hoje, a população de idosos com 60 anos no país já corresponde a 11% e os com 65 anos ou mais são 8% dos brasileiros. Em gráficos apresentados por Molina, referente ao período de 2014 a 2034, é possível identificar o quão rápido ainda será o envelhecimento da população. Em 15 anos, a faixa de 60 anos ou mais já corresponderá a 19% da população e os com mais de 65 anos serão 15% dos brasileiros. “Portanto, teremos o dobro de pessoas com 65 anos ou mais”, disse. Com o aumento da expectativa de vida, o sistema previdenciário brasileiro se vê já no presente com o desafio de amparar no futuro a população de idosos, considerando a redução de trabalhadores ativos. Países mais velhos, como Portugal, Grécia e Irlanda, não tiveram alternativa senão reduzir o valor do benefício. Mas, Molina acredita que no Brasil essa opção não terá respaldo político. Em 1988, as despesas do Estado com a seguridade social equivaliam a 9% do PIB, dos quais 2,5% com o INSS e 1,5% com o RPPS (Regime Próprio de Previdência Social). Em 2014, essas despesas saltaram para 22% do PIB, dos quais 8% apenas com o INSS e 5% com o RPPS. “É um enorme plano de distribuição de renda em um país pobre”, disse Molina. Por isso, ele concluiu que o atual modelo de Previdência Social é “impagável”. Embora considere este modelo como “um dos melhores programas sociais do mundo”, com benefícios generosos, entende que a mudança ocorrerá “por bem ou por mal”. De acordo com dados de 2011, quando as pessoas com mais de 65 anos representavam 8% da população, os gastos do Brasil com o sistema previdenciário eram 12% do PIB. Na mesma época, o Japão, que tinha 18% da população de idosos, gastava apenas 10% do seu PIB. Uma das características que diferenciam o Brasil nesse contexto é a idade mínima de aposentadoria. Enquanto no país as pessoas podem se aposentar com 50 ou 55 anos de idade, nos Estados Unidos, por exemplo, a média é 67 anos. Na impossibilidade de realizar agora a inevitável reforma da Previdência Social, ele defende a adoção de um novo sistema para todos os brasileiros nascidos a partir de 2000, ou seja, os adolescentes que ainda não integram a força de trabalho. Impactos Sociais Os impactos da longevidade não são apenas econômicos. São também sociais. Molina analisa que os indivíduos que vão ganhar 30 anos de vida (em 1960, a expectativa de vida era de 54 anos e saltou para mais de 80 em 2012, podendo atingir 90 anos em futuro próximo) não saberão muito bem o que fazer com esses anos a mais. “Antigamente, essa pessoa esperava a morte aos 60. Mas, ela não morreu e, talvez, não morra antes dos 90 anos. Quem pagará o plano de saúde e a aposentadoria dessa pessoa nesses 30 anos a mais?”. Para Molina, está claro que o Estado não terá como arcar com essa despesa. “Esqueçam o Estado. O aumento da longevidade é um problema do indivíduo. Significa consumir menos na vida ativa para guardar para o futuro”, disse. Por isso, a Mongeral criou o Instituto da Longevidade, uma ONG sem fins lucrativos que tem o objetivo de discutir a questão com a sociedade. Uma das ações do instituto é o movimento Real.Idade, que convida a sociedade a entender e a debater a longevidade. “Com o instituto, queremos que todas as pessoas parem e pensem em longevidade. Mas, agora, porque já é muito tarde”, concluiu. Fonte Revista Apólice