Informativo da Saúde • Estresse

É a reação do corpo diante da sensação de ameaça ou euforia, desencadeando uma descarga muito alta de adrenalina

O ESTRESSE SE DESENVOLVE EM 4 ESTÁGIOS

FASE 01 ALERTA
ocorre quando o indivíduo entra em contato com agente estressor.

FASE 02 RESISTÊNCIA
o corpo tenta voltar ao seu equilibrio. O organismo pode se adaptar ao problema ou eliminá-lo

FASE 03 • QUASE EXAUSTÃO
aumento dos sintomas, isolamento, depressão, produtividade baixa.

FASE 04 • EXAUSTÃO ESTRESSE CRÔNICO
nessa fase podem surgir diversos comprometimentos físico em forma de doenças.

SINTOMAS DO ESTRESSE
• Dificuldade de pensar com clareza (as vezes dá um branco);
• Dificuldade de lidar com sentimentos e emoções (exagero em fatos simples ou passividade em fatos graves);
• Dificuldade de memória
• Dificuldade de dormir (não consegue se desligar);
• Descoordenação motora (pelo cansaço físico e tensão emocional);
• Agressividade física e mental (ficar sem paciência);
• Depressão (ponto final do estresse com a perda de motivação – não consegue elaborar nem realizar mais nada na vida)

ALGUNS FATORES QUE PODEM AJUDAR A EVITAR O ESTRESSE
• Alimentar-se de forma balanceada;
• Praticar atividades físicas;
• Mudar a maneira que nos posicionamos no dia a dia (uma postura melhor);
• Procurar rir mais;
• Fazer sexo;
• Dormir melhor;
• Respirar direito;
• Auto incentivar-se;
• Usar menos o celular;
• Aprender novas maneiras de aproveitar seu tempo;
• Cuidar de si mesmo;
• Mudar algumas formas de pensar;
• Falar sobre suas necessidades e preocupações;
• Pedir ajuda.

CONSEQUÊNCIAS NO TRABALHO
• Queixas frequentes;
• Atrasos,
• Doenças e outros motivos de afastamento;
• Frequência de acidentes;
• Conflito constantes entre as pessoas, equipes e chefia;
• Frustração;
• Ambiente hostil;
• Queda na produtividade;
• Desmotivação;
• Desinteresse

 

HIV/DST

As doenças sexualmente transmissíveis (HIV/AIDS) não representam riscos durante as relações sexuais desde que você se proteja com o uso do preservativo, em qualquer tipo de relação sexual.Assim pega!Relações sexuais (vaginal, oral, anal) sem o uso correto da camisinha;Na transfusão de sangue (ou derivados) contaminados;No uso de instrumentos contaminados que furam ou cortam e que não sejam esterilizados;Uso de drogas injetáveis, utilizando a mesma agulha ou seringa de alguém infectado;Leite Materno através da amamentação, (com mãe infectada).Assim não pega!Relação sexual com uso correto de camisinha;Beijos na boca ou no rosto; Contato com suor ou lágrimas;Picada de inseto; Talheres ou copos;Aperto de mão ou abraço; Assento de ônibus;Piscina ou banheiro; Sabonetes, toalhas ou lençóis.Doação de sangue.Neste carnaval não esqueça de usar preservativo. Previna-se!
 

Fraudes e desperdício consomem quase R$ 22,5 bilhões das despesas da saúde suplementar do Brasil, aponta IESS.

Trabalho inédito produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) estima que cerca de R$ 22,5 bilhões dos gastos das operadoras de planos de saúde do País com contas hospitalares e exames, em 2015, foram gerados indevidamente, decorrendo de fraudes e desperdícios com procedimentos desnecessários. Isso representa 19% do total das despesas assistenciais realizadas pelas operadoras de planos de saúde. A projeção é baseada em estudos técnicos a partir da revisão bibliográfica de trabalhos internacionais e brasileiros sobre o tema, em um esforço do IESS para dimensionar o impacto das fraudes no sistema de saúde suplementar do Brasil e apontar experiências bem-sucedidas no combate às práticas inadequadas nesse setor. A íntegra do estudo está disponível em https://pt.scribd.com/document/341069405/php3BB7-tmp#fullscreen&from_embed “As despesas assistenciais das operadoras médico-hospitalares somaram R$ 117,24 bilhões, em 2015. Portanto, os gastos de R$ 22,5 bilhões com fraudes e desperdícios significam quase 19% desses gastos e foram consumidos por fraudes e desperdícios, algo que compromete fortemente as finanças das operadoras e onera quem contrata um plano de saúde”, analisa Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS. No estudo o IESS identificou que de 12% a 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e de 25% a 40% dos exames laboratoriais não são necessários. Observa, ainda, com base em relatório da Controladoria Geral da União (CGU), que o problema também é de grandes proporções no sistema público de saúde: entre 2002 e 2015, foram detectadas irregularidades de desvio de dinheiro em aproximadamente R$ 5,04 bilhões, o que equivaleu a 27,3% do total de irregularidades em todas as áreas do governo. Embora ressalve que a corrupção e a fraude são difíceis de serem detectadas na área da saúde – uma vez que a cadeia produtiva desse setor contempla diversos segmentos e particularidades em cada um deles, inclusive com distinção entre os sistemas públicos e privados –, o estudo aponta que, na saúde privada, as principais formas de abuso se concentram em tratamentos excessivos e desnecessários ou baixa qualidade no atendimento; comercialização inadequada de medicamentos e de dispositivos médicos e sonegação de tributos. No Brasil, falta transparência nos sistemas de precificação de insumos e serviços de saúde e também no modelo de pagamento por serviços prestados na saúde, o que inviabiliza a comparação e o controle de custos nas distintas etapas que envolvem o atendimento ao paciente e abrem espaço para práticas inadequadas, como atos de corrupção. Isso acontece principalmente por causa do modelo recorrentemente usado para pagamentos de serviços de saúde, a chamada “conta aberta” (ou fee-for-service). Nesse caso, a conta de serviços absorve todos custos, insumos, procedimentos e usos dos equipamentos, mesmo quando há falhas e desperdícios e, até mesmo, corrupção. Um dos requisitos para combater tais práticas nocivas ao setor seria modernizar os sistemas de pagamento, por meio da premiação à eficiência e o melhor desfecho clínico ao paciente, e punindo o desperdício e a contratação de exames desnecessários, assim como reinternações ou agravamento dos quadros clínicos causados por falhas assistenciais. “O modelo brasileiro de remuneração de serviços de saúde está mais de 30 anos atrasado em relação aos outros países. É fundamental que avancemos em um padrão de transparência de informações, permitindo comparações baseadas em indicadores de qualidade e segurança assistencial dos pacientes, e também sobre as relações entre os envolvidos no setor, identificando os conflitos de interesse e práticas abusivas. Só assim será possível ter um sistema mais eficiente e que onere menos as operadoras e quem contrata um plano de saúde”, avalia Luiz Augusto Carneiro.  
 

DIA MUNDIAL DA DIABETES - 14 DE NOVEMBRO

O símbolo do Dia Mundial da Diabetes é um círculo azul desde 2007. Diabetes é uma doença crônica que se caracteriza pelo aumento dos níveis de açúcares no sangue (Glicose) e pela incapacidade do organismo de transformar em energia todo o açúcar provenientes dos alimentos. DIABETES TIPO 01É mais comum em crianças e jovens A produção de insulina do pâncreas é insuficiente, o que obriga a reposição por meio de doses diárias.DIABETES TIPO 02Corresponde a 90% dos casos de diabetes É mais comum em pessoas obesas com mais de 40 anos, porém, os maus hábitos alimentares, o estresse e o sedentarismo têm contribuído para o aparecimento deste tipo também em jovens. Nesse caso, há produção deficiente de insulina e sua ação é dificultada ( resistência do organismo à insulina ).DIABETES GESTACIONALTrata-se da presença de glicose elevada no sangue durante a gravidez Geralmente a glicose no sangue se normaliza após o parto, entretanto, estas mães possuem maior risco de desenvolverem diabetes tipo 2 tardiamente, o mesmo ocorrendo com os filhos   PRÉDIABETESO termo pré-diabetes é usado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas não o suficiente para um diagnóstico de Diabetes Tipo 2. Obesos, hipertensos e pessoas com alterações nos lipídios estão no grupo de alto risco. DIABETES E A MUDANÇA NO ESTILO DE VIDAVocê tem mais chances de desenvolver diabetes tipo 2Se alguém da sua família tiver a doença.25% dos casos de diabetes são causados pelo sedentarismoSe você tem obesidade, suas chances de desenvolver diabetestipo 2 aumentam em no mínimo 20 vezesSe você fuma, tem 50% mais chances de desenvolver diabetes tipo 2 do que as pessoas não fumantesA má alimentação aumenta o seu risco de desenvolver diabetes tipo 265% das pessoas com diabetes vivem em grandes cidades.Fatores de risco:Assim como Diabetes Tipo 2, o pré-diabetes pode chegar à sua vida sem que você perceba. Ter consciência dos riscos e buscar o diagnóstico é importante, especialmente se o pré-diabetes for parte do que nós chamamos de 'síndrome metabólica':• Pressão alta;• Alto nível de LDL ('mau' colesterol) e triglicérides; e/ou baixo nível de HDL ('bom' colesterol).• Sobrepeso, principalmente se a gordura se concentrar em torno da cintura.“Diabetes: uma doença invisível”