SAIBA COMO CUIDAR DO SEU CARRO EM CASO DE ENCHENTE

Estamos no verão, tempo de sol e também das chuvas e temidas enchentes. Quem tem um carro e passa constantemente por regiões com risco de alagamento sabe a dor de cabeça que dá ter que ficar ilhado enquanto espera a água baixar – ou quando o veículo é invadido pela água, por todos os lados.

O quadro pode ser desesperador, mas saiba que com seu seguro de carro, você está protegido contra esse tipo de problema.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) determina que os planos básicos – ou seja, aqueles que possuem cobertura contra colisão, roubo e incêndio – também incluam a cobertura relacionada à submersão total ou parcial do veículo. No entanto, esta vale somente se não for em água salgada.

Vale lembrar que, caso seja confirmada atitudes que agravem os riscos, como tentar passar pela enchente ao invés de deixar o carro estacionado, esperando baixar o nível de água, as seguradoras não aceitarão reembolsar o cliente.


Dicas:

  • Evite pontos de alagamento;

  • Em caso de inundação, solicite um guincho para levar o veículo a um local seguro. É importante autorizar o conserto do veículo somente após a liberação da seguradora, que irá avaliar se há recuperação ou perda total;

  • Quando há recuperação: os danos parciais podem variar entre prejuízos ao motor, elétrica, funilaria, estofamento e acabamento. Caso haja seguro – e o valor não ultrapasse o estipulado pela franquia – há cobertura;

  • Quando não há recuperação: quando os danos ultrapassam 70% do valor do veículo, se considera perda total, e sua indenização é igual à de uma batida ou roubo. O motorista só será indenizado, caso se comprove que não houve agravamento de risco desnecessário (como atravessar pelo alagamento, por conta própria).

Fonte: Revista Apólice
 

Técnicas para lidar melhor com suas preocupações

Nos preocupamos com o passado e com o futuro; com a saúde, o trabalho e a família; com coisas que afetam a nós mesmos e aos demais. Em demasia, porém, elas prejudicam o descanso e a saúde mental, alerta o psicólogo Ad Kerkhof, da Universidade Virje de Amsterdã, na Holanda, que investiga o fenômeno há mais de 30 anos. — As pessoas geralmente pensam que, ao se preocupar com o futuro, vão conseguir encontrar soluções para os problemas. Segundo ele, trata-se de um processo que causa ansiedade e pode levar à depressão. E, nos casos mais extremos, até mesmo ao suicídio. — Preocupar-se é algo normal. Mas se você tem os mesmos pensamentos todos os dias e já não consegue controlá-los, então claramente está passando do limite. O especialista lista cinco técnicas simples que ajudam a acabar com a preocupação — ou pelo menos a aprender a lidar melhor com ela: Criar uma 'rotina' para pensar nos problemas pode ser um começo 1. Estabeleça a 'hora da preocupação' De acordo com Kerkhof, o que a maioria das pessoas faz para tentar deixar de se preocupar é repetir, a si mesmas, que devem deixar de fazê-lo. Esse método, porém, não funciona, conta. Na verdade, produz o mesmo efeito de quando nos ordenamos "não pense em um elefante rosa": o cérebro elimina a palavra "não" desta mensagem. A estratégia proposta pelo psicólogo está baseada em terapias cognitivo-comportamentais (TCC), que exploram vínculos entre os pensamentos e as emoções para provocar mudanças psicológicas. A primeira delas consiste em estabelecer um determinado momento ao longo do dia para lidar com essas preocupações, em dois períodos de 15 minutos – um pela manhã e outro pela tarde. Você deve dedicar esse tempo apenas a preocupar-se. Desta maneira, estabelecerá uma missão e depois poderá se desconectar disso até a sua próxima hora da preocupação", explicou. Assim, sempre que uma preocupação invadir sua cabeça, repita a si mesmo: "Agora não. Ainda não é o momento de se preocupar". Preocupações e lençóis não combinam, diz psicólogo 2. Poupe seus lugares de descanso Não se preocupe na cama ou em sua poltrona favorita. Lide com suas preocupações como se elas fossem um trabalho, e não como parte de seus momentos de ócio ou descanso. Desse modo, ao pensar nelas, tente encontrar uma solução para cada uma. Segundo Kerkhof, pode ajudar imaginar que essas preocupações são como "nuvens que pairam sobre a sua cabeça" – você deve deixar que elas fiquem ali apenas durante a "hora da preocupação", e expulsá-las depois. E, é claro: sempre em lugares que não estejam associados com o tempo usado para relaxar. Também é preciso dedicar um tempo aos bons pensamentos 3. Lance mão de memórias positivas Muitas das preocupações invadem a nossa mente à noite e, com isso, tiram o nosso sono. Se esse é o seu caso, o especialista aconselha dedicar dez minutos para pensar em recordações positivas para cada cinco minutos gastos com preocupações – e isso imediatamente na sequência. Pense em um momento em que você se sentiu feliz, orgulhoso ou relaxado, e lide com essa sensação da mesma forma que faz com as preocupações. "Repita esse instante umas vezes em sua cabeça, de maneira que continue preocupado, mas desta vez com algo positivo", diz Kerkhof. Analise todos os detalhes dessa experiência: relembre sons, cores e cheiros desse momento feliz. Isso vai te encher de emoções boas, garante ele. Você pode substituir a preocupação por um telefonema, por exemplo. 4. Busque distrações Quando você se preocupar fora da sua "hora da preocupação", busque distrações que permitam entreter sua mente e livrá-lo da ansiedade. Por exemplo: ler um bom livro, ligar para um amigo ou simplesmente ouvir sua música favorita. É importante lembrar que essa técnica não consiste em ignorar os problemas, mas sim em enfrentá-los no momento e na hora adequados. A maioria de nós pensa mais no que há de negativo a nosso redor do que no que há de positivo. Por isso, devemos dar às nossas preocupações a atenção que elas merecem – e nada além disso. "Quando a preocupação provoca angústia, pode levar a transtornos de ansiedade, afetar a eficiência cognitiva e, como consequência, a produtividade no trabalho e as relações pessoais", afirma Graham Davey, professor de psicologia da Universidade de Sussex, no Reino Unido. Não adianta ter pressa: mudar demanda tempo 5. Leve o tempo necessário Ainda que você aplique todas essas dicas, deve ter em mente que os efeitos não são imediatos. Kerkhof testou a técnica com 200 pessoas que sofriam do problema, e elas conseguiram, em média, reduzir suas preocupações em cerca de 50%. "Preocupar-se é como um vício. Se quer acabar com isso, precisa de tempo para ensinar a si mesmo, pouco a pouco, como deixar de fazê-lo." Fonte: BBC Brasil
 

Itaú vende operações de vida em grupo para Prudential

O Itaú Unibanco informou nesta segunda-feira, 19, que fechou acordo de venda das operações da certeira de seguros de vida em grupo para a Prudential do Brasil.  O comunicado oficial do banco justificou a venda afirmando que ela não tinha valores significativos para o resultado de 2016. O Itaú Unibanco deverá focar em seguros massificados.Em 2015, a operação teve prêmios líquidos de R$ 465 milhões e contava com 1,9 milhão de vidas seguradas.A venda já está oficializada e a transferência efetiva das ações deverá ocorrer assim que todas as condições previstas em contrato forem cumpridas, incluindo a obtenção das autorizações necessárias junto ao órgão regulador.Fonte: Valor Economico
 

Segurados estão dispostos a compartilhar dados por serviços personalizados

É tempo dos seguradores levarem a customização de produtos mais a sério. Em todas as indústrias, a experiência do cliente está começando a se tornar altamente personalizada tanto que muitos desses consumidores não darão a mínima atenção a marcas que não ofereçam produtos desenhados às suas necessidades e situações específicas. A busca dos seguradores por entregar esses produtos personalizados precisa estar baseada em mais domínio sobre os comportamentos e ações dos consumidores, utilizando esse conhecimento para oferecer interações mais frequentes e com mais valor agregado.  Uma pesquisa realizada pela empresa Accenture indica que 80% dos clientes de seguros estão procurando por ofertas personalizadas, preço competitivo e recomendações dos seus fornecedores de seguros, seja de carro, de casa ou de vida, e outros 77% estão dispostos a fornecer dados de uso e comportamento em troca de prêmios mais baratos, sinistros pagos mais depressa ou recomendações personalizadas de coberturas. Gigantes varejistas e digitais, como Google e Walmart, já estão à frente, coletando vasta quantidade de dados de consumidores por meio de smartphones, redes domésticas, programas de fidelidade e a maneira como eles administram a vida pessoal e as posses, suas casas e carros e em qual estágio da vida eles se encontram no momento. Em comparação, menos de 22% dos seguradores lançaram serviços personalizados e em tempo-real nos dispositivos portáteis. Adotando uma nova mentalidade Hoje em dia, seguradores estão sendo prejudicados pelo fato de que a indústria tem, tradicionalmente, mantido uma baixa frequência de interação com os consumidores. A cultura orientada para a produtos, a dependência de parceiros de distribuição independentes, as estruturas organizacionais complexas e a tecnologias obsoletas são outros fatores que também aumentam esses desafios. Seguradores que se propõem em fornecer uma experiência superior ao seu cliente precisam migrar de uma mentalidade de transação para uma mentalidade de relacionamento. É necessário que eles pensem para além dos produtos e serviços que já estão relacionados com o mercado de seguros. Para além do arranjo limitado de processos de interação com os clientes, como contas, pagamentos, renovações, e sinistros. Ao invés disso, eles devem olhar para os problemas maiores, como ajudar os clientes a viver o estilo de vida que desejam, prevenir perdas, ou tomar as medidas necessárias para melhorar o seu bem-estar financeiro. Fazendo isso, eles mudarão a percepção do cliente e levarão crescimento a novos produtos e categorias de serviços. Capitalizando a personalização do cliente Para aproveitar as oportunidades que grandes personalizações possibilitam, os seguradores precisam começar formulando e implementando uma estratégia com clientes acessíveis. Capacidade de análise avançada possibilitará aos seguradores criar microsegmentos precisos e acionáveis e modelos de propensão com base na demografia, estágio de vida, necessidades e comportamentos. A partir disso, seguradores podem identificar oportunidades em segmentos específicos para personalizar ofertas, mensagens, precificação e recomendações para cada cliente individualmente por meio de localização geográfica, web, mobile e canais de atendimento. Seguradores vão precisar se certificar que seus processos de marketing, ferramentas, organização e canais de relacionamento, mesmo aumentando os custos, permitirão que as mensagens necessárias sejam entregues mais personalizadas. Seguradoras líderes de mercado estão começando a fazer essa aproximação para entregar níveis de personalização mais elevados. Um fornecedor de seguros de grande porte, por exemplo, trabalha para combinar os perfis de transações passadas e atuais e o conteúdo das mídias sociais para criar uma experiência única e customizada. Há também aqueles que já estão desenvolvendo os microsegmentos, que deverão ajudar a melhorar os retornos nas taxas de retenção de clientes e campanhas e ofertas cross-selling.