Seguro prestamista: dívida quitada a baixo custo. Faça o seu seguro com a APR!

Em tempos de dinheiro curto e risco de desemprego pairando sobre a maioria dos brasileiros, o seguro prestamista começa a ser visto como a salvação para muitos consumidores. Segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), nos primeiros seis meses deste ano, houve um aumento de 23% no número de sinistros, totalizando mais de 663 mil pessoas que precisaram acionar o serviço.

O seguro prestamista garante a quitação de uma dívida em casos de morte, invalidez ou desemprego involuntário. É bom para ambos os lados, uma vez que o consumidor salda seus débitos e as instituições de crédito transferem o risco de suas atividades para uma seguradora.

Neste caso, o primeiro beneficiário do seguro prestamista, até o limite da dívida, será sempre a empresa credora. “Para o cidadão, fica a tranquilidade de ter seus débitos quitados, caso aconteça algum imprevisto. Estamos falando de uma ferramenta importante contra a inadimplência e uma injeção de capital na contabilidade das empresas, que não sofrem tanto em tempos de crise”, comenta Armando Vergilio, presidente da Federação nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

Segundo o executivo, para quem não tem patrimônio, esse seguro é comparado a uma proteção social, pois o seu objetivo é evitar a perda de um bem adquirido.

São áreas de cobertura do seguro prestamista os empréstimos junto a financeiras e bancos; dividas de cheque especial de bancos; cartão de crédito (para cobrir o saldo do cartão); consórcios; financiamentos de bens (imóveis, veículos, eletrodomésticos, etc.); e até mesmo empréstimos com pagamento consignado em folha. “Quando a pessoa perde o emprego, fica doente ou em caso de morte, esta proteção se estende a ele ou às suas famílias. E é barato, sendo mais um motivo de adesão do consumidor de baixo poder aquisitivo”, analisa ele.

O prêmio pago pelo contratante varia de acordo com o valor do bem, o prazo do financiamento e a proteção pretendida. Há diferenças entre os seguros para uma televisão e para uma moto, por exemplo. O prazo de pagamento da dívida também conta, assim como a idade do segurado. Mas como é um seguro de vida em grupo, ou seja, contratado para vários clientes, é possível ter um custo bastante reduzido por cliente.

Segundo o Portal Tudo sobre Seguros, da Escola Nacional de Seguros, um bom exemplo deste tipo de apólice seria um empréstimo de R$ 5 mil, para o qual foi contratado um seguro prestamista. Caso se concretize um dos riscos previstos na apólice, a dívida será quitada. Em outras palavras, não haverá indenização para outro beneficiário, porque o primeiro beneficiário será sempre a instituição financeira ou a empresa que concedeu o crédito ou empréstimo.

Em outro caso, com proteção ampliada seria um empréstimo de R$ 5 mil com um seguro prestamista de cobertura para um capital de R$ 15 mil. Em caso de sinistro previsto na apólice, a dívida será quitada com o credor e o saldo da indenização (R$ 10 mil) será pago ao beneficiário indicado na apólice.


Opção para pessoas jurídicas

A adesão ao seguro prestamista também vem crescendo entre as micro e pequenas empresas. Isso porque este tipo de empreendimento tem, em sua maioria, até dois sócios e, em caso de morte de algum deles, é um fator de enorme impacto negativo. Em caso de seguro, quando há dívidas contraídas, a indenização garante a continuidade do negócio, evitando pedidos de falência.


Fonte: Revista Apólice


 

Seguro Auto Popular. Quem aposta nele?

A regulamentação do seguro popular de automóvel abre um novo horizonte para as seguradoras brasileiras. Em um cenário de retração econômica, com queda de 28% nas vendas de automóveis no primeiro trimestre do ano (dados Anfavea), e de inúmeras possibilidades da economia colaborativa, o mercado precisa inovar para continuar vivo. A publicação da resolução do produto (Resolução 336/16) trouxe luz para discussões envolvendo entidades, seguradoras e corretores sobre pontos que realmente impactam no custo final da apólice. Estima-se que a redução do preço pode partir da ordem de 10%, mas o número pode crescer. Por isso, o debate com todos os players é de fundamental importância. A utilização de peças genéricas é um dos pontos cruciais para garantir o efetivo impacto no preço e na satisfação do motorista. Essa ponderação está fundamentada na análise de que a quantidade de peças necessárias não seria suficiente para suprir a demanda de reparo dos veículos atualmente em circulação pelas ruas. Uma simples conta pode exemplificar essa questão, uma vez que a cada 100 colisões de trânsito, 10 são perdas totais. Ou seja, o restante, as demais 90 ocorrências, necessitam das peças provenientes dos automóveis que sofreram as chamadas perdas totais para a realização da reparo. Com a utilização das peças genéricas, que são fabricadas com as mesmas especificações das peças originais, essa questão poderia ser resolvida de forma mais rápida e econômica. Existe uma frota enorme de veículos que circulam sem seguro e um mercado consumidor inteiro ávido de opções cada vez mais tecnológicas, econômicas e inteligentes. Acreditamos no crescimento do setor e na oferta de apólices modulares para seguir no desenvolvimento do mercado brasileiro. * Sérgio Barros, diretor de Produtos de Automóvel do Grupo BB e Mapfre   Fonte: Revista Apólice
 

Cachorros e Gatos precisam contar com o Seguro Pet

O seguro para animais de estimação ainda é um privilégio desfrutado por apenas uma fração dos donos de animais. Mesmo nos EUA, onde o produto já está mais avançado ele ainda tem baixa penetração.De cerca de 174 milhões de cachorros e gatos nos EUA até o final de 2014, somente 1.4 milhões estão cobertos por uma apólice de seguros, de acordo com uma seguradora que disponibiliza o produto. Mesmo assim, isso mostra um crescimento da modalidade desde 2008, quando apenas 680 mil bichinhos estavam protegidos.Aproximadamente, 81% dos segurados Pet são cachorros. A maioria do restante é formada por gatos, mas há também um pequeno grupo de pessoas que procuram seguro para outros tipos de animais.O seguro saúde para Pet funciona de maneira similar ao seguro para humanos. As apólices são precificadas com base em um número de fatores de riscos, incluindo idade e raça. Produtos para raças puras, sem cruzamento com outras, geralmente são mais caros porque, ironicamente, costumam ter mais problemas de saúde.Um relatório sobre seguro para pet do ano passado atribui o crescimento de demanda ao aumento de preço cobrado pelos veterinários, bem como o aumento da população de animais.O seguro pode parece ser um produto comercializado exclusivamente para os ricos, mas, de fato, ele está mais direcionado às pessoas de classe média que não podem suportar a ideia de precisar sacrificar seu animal caso se deparem com uma conta veterinária com a qual não podem arcar.Quer saber como contratar o Seguro do seu Pet? Entre em contato com a APR!FonteRevista Apólice
 

Fundos de pensão: debate fortalece

A necessidade de a previdência complementar fechada voltar a crescer é claramente percebida pelo governo que, em função dessa percepção, dá andamento a uma série de medidas destinadas a alcançar tal objetivo. Foi o que disse ontem o   Diretor  de Assuntos Atuariais, Contábeis e Econômicos da PREVIC - Superintendência Nacional de Previdência Complementar, Fábio Henrique de Sousa Coelho, ao abrir em Belo Horizonte o segundo evento da série Encontros Regionais 2016. Ele citou especificamente pontos de fomento como o licenciamento automático, a criação de planos instituídos setoriais, o compartilhamento de riscos com companhias seguradoras e simplificação com padronização sempre que esta for possível. Ao seu lado, também participando do primeiro painel, dedicado ao tema “Ações Concretas para o Fomento da Previdência Complementar Fechada”, Paulo César dos Santos, diretor da Secretaria de Políticas de Previdência Complementar (SPPC) pregou a criatividade e até mesmo a ousadia no desenho de novos produtos, capazes de atender ao que buscam os públicos mais jovens em matéria de previdência complementar. Produto bom, mas que pede atualização - Fábio Henrique completou: “Muitas vezes se está oferecendo um produto que é bom e nem contém qualquer erro, mas ainda assim é preciso atualizá-lo”. Agir em defesa da imagem dos fundos de pensão é também ajudar a fomentar, continuou Fábio Henrique, que nesse ponto sublinhou a necessidade de estarmos sempre “mostrando que déficit não é rombo e nem tem como causa necessariamente má gestão”. Afinal, situações deficitárias podem advir de vários outros motivos, como a instabilidade na economia e nos mercados e ajustes que podem, em nome da maior segurança do plano, tornar o passivo mais caro. Esforço conjunto - E, por ser abrangente, a busca do fomento, notou Paulo César, deve “corresponder a um esforço conjunto da Abrapp e do governo”. No mesmo painel, o Presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto, notou que as palavras das duas autoridades presentes vinham ao encontro do que pensa a Associação. “Sim, porque o protagonismo do governo é fundamental para que tenhamos sucesso”. O Diretor da Previc mostrou ter uma grande expectativa em relação aos planos setoriais, como os instituídos por cooperativas e especialmente  também pequenas e médias empresas que viriam a oferecer previdência complementar fechada aos seus colaboradores, na condição de instituidoras. Por não precisarem assumir objetivamente compromissos, uma vez que não serão patrocinadoras, poderão tornar-se ainda assim protagonistas, em benefício de seus trabalhadores, que ganharão não só a oportunidade de participar de planos saudáveis pela maior escala que possuirão, como terão maiores chances de nele permanecer, considerando que os planos serão compartilhados ao mesmo tempo pelos trabalhadores de várias empresas de um mesmo setor. Quer dizer, mesmo mudando de emprego, o participante terá boas chances de continuar participando. Ele realçou as suas expectativas positivas também quanto ao rápido andamento de outras iniciativas, como o compartilhamento de riscos e o mecanismo de licenciamento automático. Este último deverá ingressar em uma nova etapa mais avançada ainda neste primeiro semestre. Paulo César aludiu a outras iniciativas que, vencida a atual fase de paralisia ditada pelas incertezas políticas, terão também chance de ganhar maior velocidade, dado se encontrarem com muitos de seus pontos já estudados e resolvidos. É o caso, disse ele, da inscrição automática, já tendo sido vencidas resistências que existiam em algumas áreas do governo. A criação de um fundo de pensão multipatrocinado para gerir planos de estados sem escala em um primeiro momento para terem o seu próprio fundo de pensão, disse Paulo César, já é uma questão muito perto de chegar à Casa Civil. Mesmo as propostas de natureza tributária para o fomento do sistema estão prontas a evoluir e avançar para análise em novas instâncias do governo, vencido o atual momento de incertezas. Os demais painéis foram trazidos à capital mineira, conforme apresentados em São Paulo. No caso do dedicado ao   tema "Impacto das Novas Regras de Solvência sob a Ótica da Gestão das EFPCs", o segundo do dia,  houve a  distribuição, de forma gratuita aos presentes, da Cartilha “10 passos para compreender e aplicar regras de precificação e solvência”, elaborada pela Comissão Ad-Hoc de  Precificação e Solvência de Planos da Abrapp, com apoio da Mercer Gama. Com linguagem clara e objetiva, este guia busca fornecer as orientações necessárias para que os profissionais do sistema fechado de previdência complementar possam compreender e aplicar as novas regras, de maneira aderente às melhores práticas e com observância ao que prevê o arcabouço normativo que trata do tema. Café da manhã -  Antes do início dos trabalhos,  dirigentes foram recebidos em café da manhã, presente um dirigente por associada da Região Leste, quando se teve a oportunidade de ouvir as reflexões e demandas das entidades mineiras. “O espírito é sempre o de ouvir, chegar ainda mais perto das associadas”, sintetizou José Ribeiro Pena Neto, Presidente da Abrapp. A Presidente do Sindapp, Nélia Pozzi, por sua vez, notou que esse tipo de evento regionaliza a vida associativa, traz as autoridades e as lideranças do sistema para mais perto da casa da associada, permitindo com isso até mesmo que mais dirigentes e conselheiros de uma mesma entidade participem. Vitor Paulo Camargo Gonçalves, Presidente do ICSS, fez um breve relato sobre os projetos do Instituto. “Estamos contribuindo para estimular a educação continuada, para que dirigentes e profissionais possam estar cada vez mais preparados no exercício de suas funções e as entidades possam entregar o melhor benefício para os participantes”. Luiz Paulo Brasizza, Presidente da UniAbrapp,  fez uma explanação sobre os trabalhos da universidade corporativa. Ele ressaltou o curso de MBA em parceria com a FIA, que foi lançado, conclamando os dirigentes a conhecê-lo e promoverem  indicações de colaboradores, até como forma de premiação, dado o alto nível da programação. O diretor  Guilherme Velloso Leão destacou o caráter propositivo do evento e Nairam Félix de Barros ressaltou o número de presentes, que a seu ver traduz o interesse das associadas mineiras pela vida associativa. Entre os temas tratados no café da manhã, ganharam destaque dois, sendo um a governança, objeto de dois projetos em curso no Legislativo, e o outro a necessidade de se desonerar e desburocratizar a vida das entidades. Quanto ao primeiro ponto, sobressaiu o entendimento de que a indicação de conselheiros independentes nas entidades patrocinadas por estatais e pelo setor público não assegura a independência da atuação, enquanto por outro lado ameaça onerar especialmente as entidades menores? O terceiro evento da série Encontros Regionais 2016 está agendado para acontecer no próximo dia 27, no Rio de Janeiro. As apresentações, em todo o País, têm como patrocinadores a Bradesco Asset Management - BRAM, CETIP,  Itaú, Porto Seguro Investimentos e Santander Asset Management. Fonte:  Diário dos Fundos de Pensão