Um carro é roubado a cada minuto no Brasil

Entre 2014 e 2015, mais de um milhão de veículos foram roubados ou furtados no Brasil, o que dá uma impressionante média de um caso a cada um minuto. Os dados são do 10º Anuário Brasileiro da Segurança Pública, divulgado no dia 3 de novembro pelo Fórum Brasileiro da Segurança Pública.

Apesar do número alarmante, 2015 registrou uma pequena queda no número absoluto de ocorrências. Tanto no ano passado, como em 2014, foram roubados 242 mil carros. Já os furtos caíram de 270 mil para 267 mil.

Importante frisar que roubo é quando há contato do assaltante com a vítima, que usa violência ou amaça para praticar o crime. Furto é quando não há esse contato.

Na soma de roubos e furtos, foram 513 mil casos, em 2014, e 509 mil, em 2015. Como houve crescimento da frota, a taxa de 2015 ficou em 562 veículos roubados por cada 100 mil registrados no país, menor que em 2014, quando a taxa era de 591 por 100 mil veículos.

Roubo e furto de veículos

2014 – 513.023 (591,7 por 100 mil veículos)
2015 – 509.978 (562,4 por 100 mil veículos)

A maior taxa de roubo/furto do país está em Goiás, onde foram 798 veículos tomados em 2015 por cada 100 mil. Rio de Janeiro (775 por 100 mil) e São Paulo (711) vêm logo em seguida e fecham o top 3 de Estados com mais furtos e roubos.

Em números absolutos, São Paulo é o Estado com o maior número de roubos e furtos, com 189 mil casos de 2015 –queda de 14,5% ao ano anterior, quando foram subtraídos 221 mil veículos.

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Fonte
Portal UOL

 

Saúde passa a ser principal ramo de seguros

A liderança de vendas do mercado de seguros, sempre creditada ao seguro automóvel, passou a ser do ramo de saúde. Enquanto auto faturou R$ 32,6 bilhões em 2016, com queda de 2%, o setor de saúde marcou R$ 36 bilhões, com crescimento de 11%, mudando o perfil do mercado no Brasil. Os dados foram divulgados pelo Ranking das Seguradoras 2016, publicação anual do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP). “Os números de 2016 atestam a capacidade de inovação e dinamismo do setor, aliada à nossa força de trabalho, tanto dos seguradores, quanto dos corretores, o que nos leva a acreditar em um 2017 melhor em resultados e evolução”, diz o presidente da entidade, Alexandre Camillo. O estudo, produzido pelo economista Francisco Galiza, reúne dados oficiais da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). “Em 2006, o ramo de automóvel detinha 30% do setor e hoje está com 25%. Enquanto que saúde passou de 21% para 27% nos últimos dez anos”, pontua Galiza. O material revela a posição das companhias nos principais ramos de seguros, para orientar os corretores de seguros e o mercado sobre os caminhos do setor. No ranking geral, a liderança coube ao grupo Bradesco, com quase 25% do setor, seguido dos grupos SulAmérica e BB Mapfre. No ramo Automóvel, o faturamento total (sem o DPVAT) foi de R$ 32,6 bilhões, com queda de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. No ramo Patrimonial, a receita total foi de quase R$ 13 bilhões, com alta de 3%. O ramo Pessoas teve faturamento de R$ 34,2 bilhões, com variação positiva de 3%. Já no ramo Riscos Financeiros, a receita foi de R$ 3,1 bilhões, com variação de mais de 10%. Na seara de Transportes, a receita foi de R$ 3 bilhões, com alta de 6%. Em Saúde, a receita foi de R$ 36 bilhões, com variação de, aproximadamente, 11%. Nos demais ramos, a receita do segmento foi de R$ 10,3 bilhões, com variação de 9% em relação a 2016. Fonte: Revista Apólice
 

Informativo de Saúde - Ergonomia

Ergonomia é a ciência que visa assegurar a melhor adaptação de uma situação de trabalho ao trabalhador e a tarefa que ele realiza. Objetivamente a ergonomia consiste na eficiência e na segurança dos sistemas Homem-Máquina e Homem-Ambiente. POSTO DE TRABALHOConsiste no local de trabalho ocupado por um trabalhador onde desempenha suas tarefas.Um posto de trabalho bem estruturado é imprescindível para prevenir doenças profissionais bem como garantir a produtividade no trabalho. Deve ser adequado ao trabalhador e a tarefa que ele desempenha a fim de ser executado de forma confortável, natural e eficaz. Um posto de trabalho inadequado acarreta no uso de posturas incorretas que, se mantidas, podem ocasionar problemas osteomusculares e dores crônicas no trabalhador.RISCOS ERGONÔMICOS São considerados riscos ergonômicos a incorreta movimentação de cargas, a postura e os movimentos inadequados, os movimentos repetitivos, a pressão mecânica direta sobre os tecidos do corpo, as vibrações e os desconforto do ambiente térmico.CONSEQUÊNCIAS Os riscos ergonômicos podem gerar distúrbios psicológicos e fisiológicos, suscetíveis de provocar sérios danos na saúde do trabalhador e comprometer sua segurança e produtividade.Como exemplos temos cansaço físico, hipertensão, alteração do sono, doenças nervosas e doenças do aparelho digestivo, dentre outras.TIPOS DE ERGONOMIAERGONOMIA FÍSICAEstuda os aspectos físicos da relação entre homem e ambiente. É a ergonomia que envolve fisiologia, anatomia e biomecânica responsável por analisar como a atuação profissional do ser humano interfere no funcionamento de sua musculatura, suas articulações, sua postura e seus movimentos.ERGONOMIA COGNITIVAEstuda os processos cognitivos como, por exemplo, a memória, a atenção, a concentração e o raciocínio. Envolve análises mentais e emocionais relacionadas ao ambiente de trabalho e chega a observar a relação do ser com o estresse, a tomada de decisão, o esforço mental, a satisfação e a motivação.ERGONOMIA ORGANIZACIONALEstuda a forma como o sistema e a organização como um todo interfere na relação do homem com o seu trabalho. Envolve a análise do clima organizacional, da cultura de todos os envolvidos e da empresa, as políticas e os processos dos setores, os modelos de liderança e gestão.
 

Seguro garantia cresceu 21,9% até março

Dados oficiais da Susep indicam que o ramo garantia gerou, até março, um total de R$ 407 milhões em prêmios emitidos. Em comparação ao mesmo período do ano passado, houve um expressivo incremento de 21,9%. Segundo a autarquia, a Pottencial Seguradora assumiu a liderança do ranking do mercado no seguro garantia no final do primeiro trimestre. A companhia emitiu um volume de prêmios da ordem de R$ 69 milhões no acumulado de janeiro a março. Na segunda colocação ficou a Mapfre, com um total de prêmios emitidos de pouco mais de R$ 68 milhões. Os dados divulgados pela Susep indicam ainda que a J. Malucelli figurou na terceira posição do ranking do seguro garantia no trimestre, tendo emitido pouco menos de R$ 55 milhões em prêmios. Já a Pan Seguros ocupou a quarta colocação, com cerca de R$ 37,4 milhões.Fonte: Seguro Garantia.Net